POLÍTICA NACIONAL

Lei inclui o nome de Eduardo Campos no Livro dos Heróis da Pátria

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.999/24, que inclui o nome do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (16).

A homenagem surgiu do Projeto de Lei 3148/24, de autoria do deputado Felipe Carreras (PSB-PE) e outros, aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria fica localizado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Trajetória
Eduardo Henrique Accioly Campos nasceu em 10 de agosto de 1965, no Recife (PE). Neto do ex-governador Miguel Arraes, de quem foi chefe de gabinete, graduou-se em economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Foi eleito deputado estadual (um mandato) e deputado federal (três mandatos). Em 2004, no primeiro governo Lula, assumiu o Ministério da Ciência e Tecnologia.

Presidiu o Partido Socialista Brasileiro (PSB), elegeu-se governador de Pernambuco em 2006 e foi reeleito em 2010.

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Nas eleições de 2014, foi candidato à Presidência da República, mas sua trajetória foi interrompida de forma trágica, aos 49 anos, por um acidente aéreo em Santos (SP).

Da Agência Senado – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Vai à CCJ projeto com novas regras para revisão de prisão preventiva

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A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (9) projeto que altera as regras de revisão da prisão preventiva. A proposta estabelece que a falta de reavaliação da medida só poderá resultar em ilegalidade após pedido da defesa. O texto segue para votação final na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

De autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 4.904/2020 recebeu parecer favorável do senador Fabiano Contarato (PT-ES). A proposta mantém a revisão da prisão preventiva, mas condiciona o reconhecimento de ilegalidade a pedido da defesa. Nesse caso, o juiz terá prazo de 30 dias para reavaliar a necessidade da medida.

O texto também amplia de 90 para 180 dias o intervalo de revisão da prisão preventiva quando houver condenação em primeira instância pelo crime que motivou a medida. De acordo com emenda apresentada pelo relator, o Ministério Público deverá ser ouvido antes da decisão judicial sobre a manutenção da prisão ou a soltura do réu.

Na discussão da matéria, o senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que a proposta corrige problemas na legislação atual.

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— O projeto corrige o principal problema, que é a possibilidade de liberação automática. Por isso, manifesto meu apoio à proposta — declarou.

O projeto tramita em conjunto com o PL 4.911/2020, do ex-senador Major Olimpio, e com o PL 4.917/2020, dos senadores Alessandro Vieira (MDB-SE) e Marcos do Val (Podemos-ES), que foram rejeitados pelo relator. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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