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Palestra de Comunicação Alternativa no Autismo reúne mais de 200 pessoas em Cuiabá

Publicado em

31/10/2024
Palestra de Comunicação Alternativa no Autismo reúne mais de 200 pessoas em Cuiabá
Mais de 200 pessoas marcaram presença no auditório da Associação Mato-grossense de Municípios (AMM) nesta quarta (30). A palestra que trouxe a Comunicação Aumentativa Alternativa no Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi idealizada pela Clínica Desenvolver, Plus Hand App e a vereadora Maysa Leão. O evento arrecadou 300kg de alimentos, que foram doados ao Instituto Mãos que Ajudam, além de oferecer a capacitação à sociedade.
“Nós precisamos levar esse conhecimento especializado para todas as pessoas. E o Poder Legislativo, ele tem essa capacidade de representar bandeiras com mais profundidade. Eu, como uma representante da pauta da inclusão, me empenho despertar nas pessoas, e também no Poder Executivo, o desejo de aprender e colocar em prática a inclusão”, destaca a vereadora Maysa Leão.
Juliana Rocha, fonoaudióloga palestrante do evento, veio do Estado da Bahia oferecer a qualificação para os profissionais de saúde, estudantes e famílias atípicas, presentes no local.
“A comunicação aumentativa alternativa é um conjunto de ferramentas e estratégias para viabilizar que pessoas que não usam a oralidade, que não usam a fala, possam se comunicar. Eventos como esse despertam na comunidade a percepção da importância da comunicação e reforçam para que deixem de acreditar no mito de que a comunicação alternativa atrasa a fala”, defende Juliana Rocha.
Proprietária da Clínica Desenvolver e do Plus Hand App em Cuiabá, a fonoaudióloga Claudiane Campos, acredita que o evento é uma ferramenta para fomentar esse conhecimento para mais pessoas.
“É muito importante que a gente traga pessoas com conhecimento técnico e que tenham a didática assertiva para divulgar o conhecimento. Essa é a parte mais linda. A comunicação alternativa e aumentativa, é uma das ferramentas e mais incrível ainda, ela não é só do Fonoaudiólogo, por isso a gente precisa de todo mundo junto”, pontua a profissional.

Da Assessoria

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Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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