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Polícia Civil prende em flagrante envolvido em roubo a residências na cidade de Acorizal

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá prenderam em flagrante, neste domingo (10.11), um dos autores de um roubo violento ocorrido em duas residências na cidade de Acorizal, durante a madrugada de sábado para domingo.

O grupo criminoso armado e encapuzado invadiu uma residência primeiro, onde estavam pessoas idosas, e rendeu os moradores. Sob ameaça, os assaltantes exigiram que uma das vítimas desbloqueasse o celular para ter acesso às contas bancárias do morador e depois fugiram levando joias, aparelhos celulares, caixa de som e roupas.

Os criminosos ainda fizeram a vítima ligar para um parente dizendo que a avó estava passando mal e, em seguida, foram para a segunda residência, onde renderam a outra vítima.

O grupo anunciou o assalto quando a vítima abriu a porta, pensando se tratar do sobrinho. Na casa, os assaltantes também fizeram a vítima desbloquear o celular para fazer transferências bancárias e ainda roubaram um veículo Chevrolet S10 preta, joias, aparelhos eletrônicos e celulares.

As vítimas foram amarradas e trancadas em um dos cômodos da casa.

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Após ser notificada do roubo, a equipe da Derf de Cuiabá iniciou as diligências e conseguiu identificar um dos participantes do crime. D.J.A.. de 31 anos, recebeu dinheiro transferido das vítimas, às 3h58 da madrugada de domingo.

Os policiais civis o localizaram em uma festa, perto da casa do suspeito, no bairro Bela Vista, em Cuiabá. D.J.A. foi detido em flagrante, encaminhado à delegacia especializada, e autuado pelo crime de roubo qualificado mediante violência com emprego de arma de fogo, em concurso de pessoas e com restrição de liberdade da vítima. Ele já responde a ação penal anterior pelos crimes de roubo e tráfico de drogas e estava com monitoramento por tornozeleira eletrônica.

As investigações seguem para identificar os demais envolvidos no roubo.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Ministério Público busca aumento das penas do caso Zampieri

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) interpôs recurso de apelação contra a sentença proferida no Tribunal do Júri que condenou os três acusados pela morte do advogado Roberto Zampieri. O recurso foi protocolado na segunda-feira (5) pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida da Capital. No documento, o Ministério Público requer a revisão da sentença pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A apelação foi apresentada com fundamento no artigo 593, inciso III, alínea “c”, do Código de Processo Penal, em face da sentença condenatória proferida após a decisão do Conselho de Sentença. Com isso, o Ministério Público pretende que o Tribunal de Justiça reavalie as penas impostas aos condenados, por entender que elas podem ser aumentadas, mantendo-se a condenação decidida pelos jurados.O julgamento foi realizado ao longo de três dias no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá, envolvendo um processo com mais de 55 mil páginas. Durante a instrução em plenário foram ouvidas testemunhas, incluindo delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal responsáveis pelas investigações, além dos interrogatórios dos réus e dos debates entre acusação e defesa.Na sentença, Antônio Gomes da Silva, apontado como executor dos disparos, foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. Hedilerson Fialho Martins Barbosa, acusado de auxiliar a execução do plano criminoso, recebeu pena de 25 anos de reclusão. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. Somadas, as penas ultrapassam 68 anos de prisão.Conforme a denúncia do MPMT, o homicídio foi cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e utilização de arma de fogo de uso restrito. Durante os debates em plenário, a acusação apresentou provas relacionadas à dinâmica do crime, à atuação dos acusados e ao fluxo financeiro ligado à execução do homicídio.O advogado Roberto Zampieri foi morto em dezembro de 2023, em Cuiabá. Segundo a investigação, o crime foi planejado e executado mediante contratação, sendo os três condenados apontados como responsáveis pela execução e intermediação da ação criminosa.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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