POLÍTICA NACIONAL

Comissões debatem atuação da Enel no fornecimento de energia em São Paulo e no Rio de Janeiro

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As comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; e de Minas e Energia da Câmara dos Deputados discutem, nesta terça-feira (3), a atuação da Enel no fornecimento de energia elétrica na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro. O debate foi pedido pelos deputados Carlos Zarattini (PT-SP), Murillo Gouvea (União-RJ) e Marangoni (União-SP).

O debate está marcado para as 10 horas, no plenário 14.

Conforme Zarattini, têm sido cada vez mais frequentes problemas com o fornecimento de energia na capital paulista. Em alguns episódios, milhões de pessoas ficaram dias no escuro e bairros inteiros se água. Além disso, em situações dessa natureza, diversos semáforos passaram dias inoperantes.

Em um dos episódios, mais de 354 mil imóveis ficaram sem luz na Grande São Paulo, 36,9 mil em Cotia, 32,7 mil em Taboão da Serra e 38,1 mil imóveis em São Bernardo do Campo.

“O prefeito da cidade, Ricardo Nunes, e a Enel são os grandes responsáveis pelo caos. Essa deficiência na normalização dos serviços de fornecimento de energia elétrica pós-chuvas é recorrente em São Paulo” afirma o parlamentar.

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Segundo Zarattini, desde a privatização da distribuição da energia elétrica em São Paulo, a Enel apresenta lucros extraordinários todos os anos, mas os investimentos visando a atender melhor a população não apresentam os mesmos índices.

“É evidente que a redução do quadro técnico e de manutenção afeta a qualidade do atendimento de uma empresa que presta um serviço essencial como o fornecimento de energia elétrica”, destaca o deputado.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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