Formado por 14 municípios da região oeste de Mato Grosso — Araputanga, Cáceres, Curvelândia, Figueirópolis D’Oeste, Glória D’Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do C éu e São José dos Quatro Marcos — o consórcio tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento integrado da região.
Crescimento do Consórcio
Jadilson destacou o progresso significativo alcançado nos últimos dois anos. “No início, nossa prioridade foi recuperar maquinários e caminhões, essenciais para atender os municípios. Trabalhamos para articular recursos junto ao governador Mauro Mendes, além de contar com o apoio de deputados e senadores”, explicou.
Ele ressaltou ainda que o consórcio cresceu muito nesse período, graças ao esforço conjunto dos gestores municipais. “Todos os prefeitos têm colaborado de forma efetiva, o que nos permitiu conquistar muitas coisas importantes para a região”, afirmou.
Potencial Turístico e Projetos
Durante a entrevista, Jadilson chamou atenção para o imenso potencial turístico da região. “Somos privilegiados por ter cerca de 50 lindas cachoeiras, além de uma natureza exuberante que atrai turistas e pode ser melhor explorada. Precisamos investir ainda mais no turismo como fonte de desenvolvimento sustentável”, comentou.
Caso seja reeleito como presidente do consórcio, Jadilson pretende ampliar os projetos existentes e buscar novos recursos para fortalecer a infraestrutura e o turismo na região.
O Apoio da Gestão Conjunta
Segundo ele, o sucesso do consórcio deve-se, em grande parte, à união e ao comprometimento dos gestores dos 14 municípios participantes. “Essa colaboração é o que nos torna mais fortes. Juntos, conseguimos superar desafios e buscar melhorias que beneficiem toda a nossa população”, finalizou.
Confira a entrevista completa e conheça os planos futuros de Jadilson Alves de Souza para o Consórcio Nascentes do Pantanal.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e o Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23) se reuniram, nesta quinta-feira (08), para tratar do Projeto Equaliza, que prevê a equalização de cargas, metas e força de trabalho do Tribunal. Projeto que é uma determinação do Tribunal Superior do Trabalho, e que precisa ser implantado por todos os TRTs.
“Tivemos esse primeiro contato com a proposta, ouvimos algumas informações e vamos aguardar o envio de uma minuta pelo TRT. Daremos retorno para o Tribunal com sugestões e solicitações que possam beneficiar todos aqueles que atuam na Justiça do Trabalho e todos os jurisdicionados”, afirmou presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso.
Para o desembargador Aguimar Peixoto, presidente do TRT da 23ª Região, o diálogo é importante e necessário para que o projeto chegue a melhor proposta possível. A desembargadora Eleonora Lacerda, vice-presidente e corregedora do TRT-23, lembrou que o foco do projeto é o público interno, o objetivo é equalizar a força de trabalho entre magistrados e entre servidores. Mas, acaba afetando a advocacia e, assim, a OAB precisa ser ouvida.
Na avaliação da presidente da Comissão de Direito do Trabalho, Roberta Borges, as mudanças são inevitáveis e é necessário buscar a melhor forma de se adaptar às novas realidades.
“A preocupação é garantir que tudo seja feito de forma positiva para o jurisdicionado e para a advocacia”, pontuou a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso.
A reunião contou ainda com a participação da conselheira federal da OAB-MT, Fernanda Brandão, do presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 23ª Região (Amatra), juiz Ulisses Taveira, além de juízas auxiliares da presidência e da corregedoria do TRT-MT.
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