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Câmara de Cuiabá define nova composição da CCJR

Publicado em

06/01/2025
Câmara de Cuiabá define nova composição da CCJR
A Câmara de Cuiabá elegeu, na manhã desta segunda-feira (06), durante reunião do Colégio de Líderes, os novos integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para o biênio 2024-2026.
A vereadora Samantha Iris (PL) foi eleita por unanimidade pelos líderes presentes como presidente da comissão, conquistando a maioria dos votos. O vice-presidente será o vereador Marcrean Santos (MDB), e Daniel Monteiro (Republicanos) ocupará o cargo de membro titular. Os suplentes definidos são Cezinha Nascimento (União), Dilemário Alencar (União) e Michelly Alencar (União).
A CCJR é responsável por oferecer suporte técnico, jurídico e legal à Câmara Municipal, analisando a constitucionalidade e a legitimidade dos projetos em tramitação.
A presidente da Câmara Municipal, Paula Calil (PL), destacou a relevância do órgão para o bom funcionamento do Legislativo e seu papel no suporte técnico ao Executivo Municipal, permitindo um desempenho eficiente das funções em benefício da população.
“É fundamental termos a CCJR devidamente composta e pronta para atuar já na sessão extraordinária que será realizada nesta terça-feira (07), quando serão discutidas pautas importantes que passarão pelo crivo da comissão”, afirmou Paula.
Outras decisões e definições relacionadas às comissões serão divulgadas na próxima quinta-feira (09).
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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