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Reparos na Travessa Nhambiquara são finalizados e acesso é liberado

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, concluiu nesta quinta-feira (16) os reparos completos na Travessa Nhambiquara, no bairro Santa Helena. O serviço faz parte do cronograma de manutenção e revitalização das vias da capital. Com isso, o acesso à via está liberado para tráfego.

No local, foi realizado o recapeamento e a aplicação de manta asfáltica em toda a extensão da travessa. Durante a execução do trabalho, a Prefeitura, através da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), precisou bloquear temporariamente o acesso para garantir a qualidade e a segurança dos serviços.

A interdição total da pista se fez necessária devido à imprudência de alguns motoristas, que desrespeitaram a sinalização inicial e circularam pelo local, comprometendo o andamento dos trabalhos de recuperação asfáltica.

Os reparos foram divididos em duas etapas. A primeira, realizada na terça-feira (14), consistiu na remoção de aproximadamente 1,7 tonelada de lixo e entulho de uma caixa coletora na via. Durante o processo de desobstrução, foram retirados sedimentos trazidos pelas chuvas, como areia, brita e aterro, além de resíduos descartados irregularmente pela população. Esses materiais vinham contribuindo para o entupimento do sistema de drenagem.

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A segunda etapa compreendeu a colocação de manta asfáltica em toda a extensão da via, garantindo uma superfície uniforme e resistente para o tráfego de veículos.

Devido às chuvas constantes registradas desde o último domingo (12), os serviços precisaram ser adiados, uma vez que a aplicação da lama asfáltica requer uma superfície seca para garantir a aderência e a eficácia do processo de impermeabilização.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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