MATO GROSSO

Governo de MT realiza workshop de comunicação pública e institucional

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), fará o “Workshop – Comunicação Pública e Institucional na Prática”, no dia 14 de fevereiro, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

As inscrições poderão ser feitas a partir desta quinta-feira (23.1) até o dia 31 de janeiro (link do formulário de inscrição ao final da matéria). O workshop é gratuito e as vagas são limitadas.

O curso terá duração de um dia inteiro e será ministrado pela secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, pelos adjuntos de Publicidade, Gabriela Clemente, de Jornalismo, Carol Sanford, e de Administração Sistêmica, Adriano Morais, e pelo estrategista de comunicação do governador Mauro Mendes, Lucas Rodrigues.

Com conteúdo voltado para os profissionais de comunicação que atuam em órgãos públicos e com políticos com mandatos, as palestras tratarão de temas como reputação, formação de equipes, gerenciamento de crise, produção de textos, relacionamento com a imprensa, publicidade, construção de marca, processos e fluxos da verba de publicidade e redes sociais.

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Faça sua inscrição aqui.

Programação

7h30 – Credenciamento

8h15 – Abertura

8h30 – Tudo que você precisa saber para planejar a comunicação, criar reputação, gerenciar e formar equipes. Palestrante: Laice Souza – secretária de Estado de Comunicação

10h30 – Intervalo

10h45 – Direto ao ponto: emplacando informações em um mundo que lê pouco. Palestrante: Carol Sanford – secretária adjunta de Jornalismo

12h – Intervalo do almoço

14h – Publicidade a serviço da comunicação pública e institucional: construção de marca e conceito. Palestrante: Gabriela Clemente – secretária adjunta de Publicidade

15h30 – Processos e fluxos da verba de publicidade para não cometer erros. Palestrantes: Gabriela Clemente e Adriano Morais – secretário adjunto de Administração Sistêmica

16h50 – Intervalo

17h10 – Redes sociais: comunicando para quem só quer se entreter. Palestrante: Lucas Rodrigues – estrategista de comunicação do governador Mauro Mendes

19h – Encerramento

Faça sua inscrição aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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