Política MT

Deputado Thiago reafirma cobrança para construção de novo Hospital Regional em Rondonópolis

Publicado em

Durante a sessão plenária de quarta-feira (12), o deputado estadual Thiago Silva (MDB) reafirmou a cobrança para que o governo do estado aporte recursos visando a construção de um novo e amplo Hospital Regional, em Rondonópolis, para atender 19 municípios da região sudeste.

Desde 2019, quando assumiu o mandato na Assembleia Legislativa, o parlamentar tem cobrado um novo Hospital Regional na cidade para desafogar a atual estrutura e reduzir o tempo de espera pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O crescimento populacional trouxe uma demanda reprimida que o hospital atual não consegue mais suportar. Hoje, temos mais de 250 mil pessoas em Rondonópolis, e mais de 700 mil em toda a região, logo é necessário a construção de uma nova unidade hospitalar que irá desafogar o atendimento”, disse o deputado.

O parlamentar, que apresentou a Indicação nº 4529/2021, relembrou que esteve em reunião com o chefe da Casa-Civil, Fábio Garcia, solicitando apoio, e também em Brasília, junto à Bancada Federal, visando angariar emendas e recursos para a construção da unidade hospitalar, que irá melhorar significativamente o atendimento da população da região sudeste.

Leia Também:  Max Russi lança selos "Mineral Social" e "Mineral Sustentável" e destaca avanços do setor durante a 3ª Expominério

“Reconhecemos os esforços do governo em reformar o atual hospital, que já melhorou muito desde 2019 mas, diante do aumento populacional, do alto índice de acidentes de trânsito e demandas por cirurgias, estamos lutando pela construção de uma nova unidade que irá trazer agilidade e também humanização no atendimento de milhares de famílias.

“Agradecemos a cobrança do deputado Thiago, pois o Regional hoje precisa de um novo espaço, mais amplo, moderno e que atenda com dignidade nós pacientes”, afirmou Isaldina Souza, que é usuária do SUS.

O atual Hospital Regional de Rondonópolis foi planejado na década de 80 e construído nos anos 90, quando a região sudeste tinha a população de 300 mil pessoas, sendo que hoje possui mais de 700 mil. A unidade foi inaugurada em abril de 2002, sendo que conta com a atuação de mais de 900 profissionais, entre contratados e prestadores de serviço.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

Projeto de lei quer combater violência digital contra mulheres em Mato Grosso

Published

on

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou, na última semana, durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Projeto de Lei nº 451/2026, que institui a Política Estadual de Prevenção e Enfrentamento à Violência Digital contra a Mulher. A proposta tem como objetivo estruturar, no âmbito da administração pública estadual, ações de prevenção, orientação, acolhimento e encaminhamento de mulheres vítimas de crimes praticados em ambientes digitais.

A iniciativa surge em um contexto de crescimento acelerado da violência online no Brasil. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os registros de crimes digitais com vítimas mulheres aumentaram significativamente nos últimos anos, com destaque para casos de exposição de conteúdo íntimo sem consentimento e perseguição virtual. Já levantamento da SaferNet Brasil aponta que mais de 70% das denúncias relacionadas à divulgação não autorizada de imagens íntimas têm mulheres como principais vítimas.

De acordo com o texto do projeto, considera-se violência digital contra a mulher toda conduta praticada por meio de tecnologias da informação que atente contra sua dignidade, integridade psicológica, moral, sexual, patrimonial ou sua liberdade. Entre os exemplos listados estão o cyberstalking, a divulgação de conteúdos íntimos, assédio, chantagem, uso de inteligência artificial para criação de imagens falsas (deepfakes) e invasão de contas.

Leia Também:  Max Russi acompanha assinaturas de convênios e entregas na região sul

Barranco defende que o avanço tecnológico trouxe novos desafios que exigem respostas firmes do poder público. “Estamos diante de uma nova fronteira da violência de gênero, que ultrapassa o espaço físico e invade a intimidade das mulheres por meio das telas. Não podemos tratar esses crimes como algo menor ou invisível. A violência digital destrói reputações, causa danos psicológicos profundos e, muitas vezes, silencia vítimas pelo medo e pela vergonha. O Estado precisa agir com a mesma firmeza que atua em outras formas de violência”, afirmou o parlamentar.

O projeto estabelece como diretrizes a proteção da dignidade das mulheres, a prevenção por meio da educação digital e a atuação articulada com a rede de enfrentamento à violência. Também prevê acolhimento humanizado, orientação sobre preservação de provas digitais e acesso à assistência jurídica gratuita por meio da Defensoria Pública.

“Este projeto não é apenas sobre punir agressores, mas sobre garantir que nenhuma mulher esteja sozinha quando for vítima de violência no ambiente digital. Queremos construir uma rede preparada, com profissionais capacitados, capaz de orientar, acolher e dar respostas rápidas. É sobre transformar medo em proteção e silêncio em denúncia”, reforçou Barranco.

Entre os objetivos da proposta estão ampliar a conscientização sobre riscos digitais, fortalecer centros de referência e capacitar agentes públicos para atendimento especializado com foco em segurança digital. O texto também prevê a continuidade do suporte terapêutico e psicossocial às vítimas. A proposta autoriza ainda o poder público a promover campanhas educativas, elaborar manuais de proteção de dados e divulgar canais de denúncia, como o Disque 180. O atendimento deverá priorizar a rapidez na preservação de provas e o encaminhamento adequado para serviços de saúde e assistência social.

Leia Também:  Lúdio destaca importância de manter Santa Casa aberta mesmo com inauguração do Hospital Central

Para o deputado, a integração entre órgãos públicos será essencial para a efetividade da política. “Não estamos criando uma lei simbólica. Estamos organizando o Estado para dar respostas concretas. A integração entre Executivo, Defensoria Pública e demais instituições é fundamental para garantir que o suporte jurídico e psicológico chegue de forma rápida e eficiente. A tecnologia não pode ser instrumento de violência, ela precisa ser aliada da proteção e da justiça”, destacou.

A proposta ressalta que as ações serão custeadas por dotações orçamentárias próprias e não interfere na legislação penal, respeitando as competências do Estado ao tratar de diretrizes administrativas, educativas e de assistência. Caso aprovado, o projeto deverá fortalecer a rede de proteção às mulheres em Mato Grosso, adaptando as políticas públicas à realidade digital e ampliando o alcance do enfrentamento à violência de gênero no estado.

O Projeto de lei foi apresentado no dia 15 de abril e cumpre pauta por cinco sessões ordinárias.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA