MATO GROSSO

Poconé recebe Festival de Música do Pantanal a partir desta segunda-feira (17)

Publicado em

O município Poconé (103 Km de Cuiabá) recebe, desta segunda-feira (17.2) até sexta-feira (21.02), o Festival de Música do Pantanal (Fesmup), com disputas nas modalidades estudantil, gospel, popular e autoral. O evento é viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo por meio do edital Viver Cultura – Expressões Artísticas da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Além de oferecer diversas atrações musicais para a população, o evento terá uma premiação em dinheiro para os cantores que ficarem em 1º, 2º e 3º lugar de cada modalidade. O valor total é de R$ 7 mil, sendo R$ 800 para o 1º lugar, R$ 500 para o 2º e R$ 300 para o 3º, com exceção da modalidade autoral onde o 1º lugar recebe R$ 1000, o 2º R$ 800 e o 3º R$ 400.

O Festival está movimentando mais de 40 cantores de Poconé e de Cáceres. De acordo com o Diretor de Desenvolvimento do Fesmup, Luís Antônio, há mais de 10 anos não há festival de música em Poconé e a ação se torna importante para toda população, mas também é uma forma de incentivar novos talentos e artistas pouco conhecidos.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros socorre e resgata vítima arrastada pela água após fortes chuvas em Cuiabá e VG

“Músicos amadores, cantores anônimos e novos compositores precisam de uma vitrine musical, e agora viveremos momentos de florescimento musical, com a proliferação de grupos e espetáculos musicais’”, destaca.

Para a proponente do projeto, Josenira Fernandes, a parceria com a Secel foi fundamental para promover o evento. “Esse sonho é antigo, e graças a Secel consegui que esse projeto cultural fosse contemplado”.

Para serem selecionados, os cantores tiveram que preencher um formulário e ainda enviar um vídeo durante o período de inscrições.

Confira aqui a programação:

Segunda-feira (17.02): Categoria Estudantil – Destinada a estudantes a partir dos 10 anos

Terça-feira (18.02): Categoria Gospel – Destinada a todos os cantores de músicas cristãs de qualquer denominação

Quarta-feira (19.02) – Categoria Popular – Destinada a todos os cantores amadores cantando qualquer estilo musical

Quinta-feira (20.02): Categoria Autoral

Sexta-feira (21/02/2025) Entrega das premiações e apresentação dos vencedores

Serviço | FESMPUT – Festival de Música do Pantanal
Local: Teatro (auditório) do Colégio Méritus.
Horário: A partir das 19 horas

*Supervisão de Cida Rodrigues

Fonte: Governo MT – MT

Leia Também:  SES lança a Semana de Apoio à Amamentação Indígena nesta sexta-feira (8)

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Published

on

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Operação Tríade mira núcleo de facção criminosa em Mato Grosso

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  Governador se reúne com diretoria eleita do Tribunal de Justiça

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA