Várzea Grande

Várzea Grande sedia primeira etapa do Circuito Mato-grossense de 2025

Publicado em

A modalidade 3×3, agora olímpica, possui regras específicas que deixam o jogo mais dinâmico se comparado ao basquete tradicional

O município de Várzea Grande foi sede das disputas da primeira etapa do Circuito Mato-grossense de Basquetebol 3×3 de 2025. As competições ocorreram nos dias 22 e 23 de fevereiro no Centro de Iniciação ao Esporte Danilo Nascimento de Souza Campos (CIEE), na região do Santa Isabel.

De acordo com o superintendente de Esporte e Lazer da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Edmilson Castro do Nascimento, o Basquete 3×3 é uma variação do basquete tradicional disputado com equipes de três jogadores. Os jogos acontecem em espaço equivalente a uma metade da quadra, com apenas uma cesta, e os arremessos valem 1 e 2 pontos.

A modalidade 3×3 possui regras específicas que deixam o jogo mais dinâmico se comparado ao basquete tradicional. Uma delas é a da posse de bola, na qual um time tem apenas 12 segundos para definir uma jogada e arremessar a bola em direção à cesta. “O Basquete 3×3 é uma das modalidades mais novas dos Jogos Olímpicos e fez sua estreia na edição de Tóquio 2020” explicou.

Leia Também:  Paratleta várzea-grandense conquista três medalhas no Chile

Ainda segundo o superintendente “a nova modalidade olímpica tem conquistado os jogadores em todo o Estado, uma vez que esta etapa contou com mais de 40 times e dentre eles foram representados dentro de quadra os municípios de Nova Mutum, Sorriso, Campo Verde, Jaciara, Santo Antônio, Sapezal, dentre outros”.

O Campeonato foi dividido em três categorias: U18, U23 e Adulto nas categorias feminino e masculino. Após dois dias de disputas intensas e acirradas, a classificação final ficou definida assim: Na categoria U18 – feminino, em 1º lugar – ASB Sorriso, 2º lugar – SEMEL Sorriso e 3º lugar – Santo Antônio. No Masculino, em 1º lugar – Despertando Talento, 2º lugar – Ki-Modelo – Blindex e 3º lugar – 08.

Na categoria U23 – feminino, em 1º lugar – ASB Sorriso, em 2º – Tangará da Serra e em 3º – UFMT. No masculino, em 1º lugar – Despertando Talentos, em 2º lugar – Highlanders e em 3º – Dunk Cuiabá.

Na categoria Adulto feminino, em 1º lugar – ASB Sorriso, em 2º lugar – Pérolas Várzea Grande e em 3º lugar – Team ASB. No masculino, em 1º lugar – ACVB Campo Verde, em 2º lugar – Dunk Cuiabá e em 3º lugar a equipe de Campo Verde.

Leia Também:  Prefeitura intensifica ações de limpeza e manutenção nos cemitérios de Várzea Grande

Ainda conforme explicou o superintendente, “está foi apenas a primeira etapa classificatória de três etapas. A equipe que subiu ao pódio se classificou para a etapa final, valendo vaga para representar Mato Grosso no campeonato brasileiro de Basquete 3×3 – Etapa Centro Oeste” declarou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Várzea Grande

Regularização fundiária garante cidadania e segurança jurídica para 1.400 famílias do Alameda, diz Flávia Moretti

Published

on

“A regularização fundiária transcende a entrega de um documento, ela concede cidadania, segurança jurídica e o pleno direito à propriedade”. Com essa afirmação, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, abriu a primeira reunião de mobilização do programa Acelera VG Regularização Fundiária, realizada no bairro Alameda. O encontro marcou o início das ações da atual gestão para a Regularização Fundiária Urbana (Reurb), beneficiando cerca de 1.400 famílias que aguardam há décadas pela escritura definitiva de seus imóveis.

A reunião reuniu moradores, lideranças comunitárias, representantes da Prefeitura, do Governo de Mato Grosso, do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) e da Assembleia Legislativa. O objetivo foi apresentar as etapas do processo, esclarecer dúvidas e orientar a população sobre o cadastramento, que terá início na próxima semana.

Para a prefeita, o momento simboliza a realização de um sonho histórico da comunidade. “A magnitude deste momento é indescritível. É uma imensa satisfação poder concretizar um sonho que muitas famílias cultivam há cerca de 70 anos. Encontrei moradores que nasceram aqui e construíram toda a sua história no bairro. Compartilhar essa esperança e ver a alegria nos olhos dessas pessoas é extremamente gratificante”.

Flávia Moretti lembrou que a regularização fundiária é um processo técnico e administrativo que exige diversas etapas, mas garantiu que o trabalho já começou. “Tenho pedido a compreensão da população porque é um processo complexo e demanda tempo. Mas os moradores sabem que estamos presentes e que os trabalhos já foram iniciados”.

Segundo ela, a entrega das escrituras representa mais do que um documento de propriedade. “A regularização garante cidadania, segurança jurídica e dignidade. Além disso, permite reorganizar o espaço urbano, administrar áreas públicas, áreas verdes e buscar recursos para investimentos em infraestrutura, especialmente em regiões que enfrentam problemas históricos, como alagamentos e áreas de risco, caso do bairro Alameda”.

A secretária municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, explicou que a reunião representa a etapa inicial de mobilização junto à comunidade. “O processo de regularização fundiária do bairro Alameda já foi instaurado. Agora iniciamos a mobilização e, na próxima semana, começaremos o cadastramento dos moradores. Nesta fase, estamos orientando a população sobre toda a documentação necessária”.

Leia Também:  Várzea Grande articula criação de entidade estadual de secretários de agricultura

A secretária fez um alerta para que a população fique atenta a possíveis golpes. “Todo o processo é totalmente gratuito. Infelizmente existem pessoas tentando cobrar por documentos ou serviços. A regularização é realizada pela Prefeitura, em parceria com o Intermat, Governo do Estado, Consórcio Vale do Rio Cuiabá e Assembleia Legislativa, sem nenhum custo para os moradores”.

Manoela Rondon destacou ainda que o Alameda é o primeiro bairro contemplado pelo programa desde o início da atual gestão municipal.

Representando o governador em exercício, Otaviano Pivetta, o presidente do Intermat, Francisco Serafim de Barros, afirmou que o Estado acompanhará todas as etapas da regularização. “Estamos dando início a mais uma etapa da regularização fundiária em Várzea Grande. É importante que os moradores participem dessas reuniões para conhecerem a equipe, esclarecerem dúvidas e acompanharem o andamento do trabalho”.

Segundo Serafim, a escolha do bairro Alameda ocorreu por se tratar de uma das comunidades mais antigas da cidade que ainda aguardava a regularização. “O governador Otaviano Pivetta determinou que déssemos total apoio à prefeita e aos moradores para garantir esse direito. O bairro Alameda é prioridade justamente por sua história e pela necessidade dessa regularização”.

A POPULAÇÃO – A expectativa dos moradores é que, desta vez, a regularização finalmente saia do papel. Presidente do bairro Alameda, Manoel Gonçalo Leite, conhecido como Canhão, contou que parte da comunidade recebeu o anúncio com desconfiança, devido às promessas feitas ao longo dos anos.

“Muitos moradores estavam céticos porque já ouviram promessas semelhantes anteriormente. Mas, depois dessa reunião aqui a comunidade voltou a acreditar que agora o projeto será concretizado”. Para ele, receber a escritura definitiva representa uma mudança de vida. “É a maior conquista possível. A escritura garante segurança jurídica, valoriza o imóvel e permite acesso a crédito bancário. Temos moradores vivendo aqui há mais de 50 anos sem qualquer documento da casa”.

Morador do Alameda há três décadas, Valmeiro Padovani afirma que nunca conseguiu regularizar o imóvel por falta de condições financeiras. “Os custos sempre foram muito altos para mim. Agora tenho esperança de conseguir a escritura. Cuido da minha casa com muito carinho, mas sem a documentação nunca tive a segurança de que ela realmente é minha”.

Leia Também:  Várzea Grande ganhará primeira Delegacia da Mulher 24h do Governo do Estado

A aposentada Maria Trindade de Araújo Costa, moradora da comunidade há cerca de 40 anos, possui apenas recibos de compra e venda. “Não tenho nenhum documento oficial. Conseguir essa escritura será a realização de um sonho. Construí minha casa com muito esforço e sempre desejei ter essa segurança”.

Ela lembra como era a região quando chegou. “Aqui havia poucas casas, era praticamente uma mata. Hoje vemos o bairro desenvolvido e queremos apenas garantir oficialmente aquilo que construímos durante toda uma vida”.

Maria do Carmo Zanin, que mora no Alameda há cerca de 27 anos, participou da reunião em busca de orientação sobre a situação do imóvel adquirido do irmão, que já faleceu. “Minha principal dúvida é saber se será necessário fazer inventário. Vim justamente para entender como funciona o processo e aproveitar essa oportunidade para regularizar o imóvel”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA