A Diretoria de Inteligência da Polícia Civil recebeu mais duas unidades do dispositivo de extração, transferência e análise de dados para telefones celulares e dispositivos móveis (Cellebrite), avaliados em aproximadamente R$ 700 mil reais. A entrega ocorreu na manhã desta sexta-feira (7).
Conforme a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, a gestão tem buscado melhorar cada vez mais a qualidade da prestação dos serviços prestados à sociedade e a entrega desses equipamentos reforça ainda mais essa ação estratégica de melhoria.
“Com esses aparelhos, não tenho dúvidas que teremos investigações ainda mais qualificadas”, disse Maidel, agradecendo o empenho e esforço dispensados pelos policiais cotidianamente no combate aos crimes digitais e demais naturezas.
Os aparelhos vão auxiliar os trabalhos investigativos realizados nas Delegacias Especializadas de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá e Várzea Grande.
O delegado titular da Estelionato de Várzea Grande, João Paulo de Andrade Farias, destacou a importância tecnológica da ferramenta para o avanço das ações investigativas. “É uma ferramenta que dará um suporte muito grande para nossas unidades. Agora é só partir para prática”, frisou.
A titular da Estelionato de Cuiabá, Eliane da Silva Moraes, agradeceu a entrega, considerando os investimentos voltados à Polícia Civil. “A gente agradece o olhar diferenciado com a Estelionato (Delegacia). Vamos corresponder à altura e dar todo suporte necessário na condução das investigações, entregando o melhor trabalho possível para a Polícia Civil e toda sociedade”, enfatizou.
CAPACITAÇÃO
Segundo o Diretor de Inteligência, Juliano Silva de Carvalho, um Curso de Instrução e Capacitação dos policiais para operar os dispositivos (Cellebrite) será realizado nesta segunda-feira (10).
Devem participar investigadores e escrivães lotados nos Núcleos de Inteligência das duas delegacias.
Belo Horizonte/MG. A Polícia Federal extraditou, neste sábado (5/9), brasileira natural de Santa Margarida/MG, pelo crime de estelionato.
O crime foi cometido contra dezenas de produtores rurais, nos meses de maio e junho de 2024, no município de Orizânia/MG. A investigada estruturou um esquema fraudulento, valendo-se da credibilidade que seu marido ostentava no mercado regional de café.
Entre o final de maio e a primeira quinzena de junho de 2024, aproveitando-se do período de safra, seu marido intensificou a captação de mercadoria, oferecendo preços acima da média de mercado e prazos de pagamento futuro. Inúmeros produtores entregaram suas safras ao armazém gerido pelos investigados, que após realizarem a comercialização imediata das mercadorias com terceiros, fugiram da localidade sem honrar com os compromissos financeiros.
Contra a mulher havia mandado de prisão expedido pela Vara Única da Comarca de Tiros/MG e Alerta Vermelho da Interpol de procurada internacional.
A extraditada deverá ser custodiada no Centro de Ressocialização e Pré-Soltura José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves/MG, onde permanecerá à disposição da Justiça.
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