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Trinta entrevistados passaram pelo estúdio de vidro em duas semanas

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A rodada de entrevistas ao vivo no estúdio de vidro do projeto Diálogos com a Sociedade, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, completou duas semanas nesta sexta-feira (21), com a participação de 30 convidados. Até o momento, foram realizadas 10 transmissões em tempo real pelo canal do MPMT no YouTube, em parceria com a Rádio CBN Cuiabá, diretamente do Pantanal Shopping. As entrevistas ocorrem diariamente, de segunda a sexta-feira, a partir das 14h.O projeto foi aberto pelo procurador-geral de Justiça do MPMT, Rodrigo Fonseca Costa, no dia 10 de março. Além dele, outros 14 membros da instituição já passaram pelo estúdio, incluindo o subprocurador-geral de Justiça Jurídico e Institucional, Marcelo Ferra de Carvalho, e a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo. Também foram entrevistados os procuradores de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, Josane Fátima de Carvalho Guariente e Elisamara Sigles Vodonós Portela.Já os promotores de Justiça convidados até aqui foram: Gileade Pereira Souza Maia, Marcelle Rodrigues da Costa e Faria, Lindinalva Correia Rodrigues, Claire Vogel Dutra, Valnice Silva dos Santos, Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes de Oliveira, Roberto Arroio Farinazzo Junior, Milton Mattos da Silveira Neto e Alessandra Gonçalves da Silva Godoi.Também participaram das entrevistas, a convite do MPMT, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Max Russi, a secretária-adjunta do Complexo Regulador, Fabiana Cristina da Silva Bardi, a presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil, a vereadora Michelly Alencar, a defensora pública Rosana Leite Antunes de Barros, a procuradora do Estado Glaucia Anne Kelley Rodrigues do Amaral, os delegados de Polícia Civil Mariell Antonini Dias, Jannira Laranjeira e Caio Albuquerque, o coordenador de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado do Procon Estadual, Ivo Vinícius Firmo, a perita oficial médica legista Alessandra Carvalho Mariano, o superintendente do Pantanal Shopping, César Moraes, a coordenadora de recebíveis da Energisa-MT, Gabriela Dias, e a jornalista Jaqueline Naujorks.O foco das entrevistas nas duas primeiras semanas esteve na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, com exceção do dia 14 de março, que teve uma pauta especial voltada ao Dia do Consumidor. A partir da próxima semana, os temas serão diversificados, mas sempre retratando a atuação do MPMT na defesa dos direitos sociais. As entrevistas do projeto Diálogos com a Sociedade seguem até o dia 11 de abril, das 14h às 15h, no estúdio de vidro localizado na entrada principal do Pantanal Shopping.A iniciativa é viabilizada por meio de parcerias com empresas privadas. São parceiros do MPMT nesta edição o Pantanal Shopping, Rádio CBN, Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Unimed Mato Grosso, Bodytech Goiabeiras e Águas Cuiabá.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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TAC firmado pelo MPMT garante moradia segura a famílias em área de risco

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Poconé (a 100 km de Cuiabá) celebrou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir moradia segura a 13 famílias que viviam em área de risco geotécnico próxima a uma cava de mineração desativada. O acordo foi celebrado com o Município, a Defensoria Pública e empresas do setor de mineração, com apoio da Câmara Municipal e da Cooperativa de Desenvolvimentos Minerais de Poconé Ltda. (Cooper Poconé). Articulado pelo promotor de Justiça Mário Anthero Silveira de Souza Bueno Schober, o TAC tem como principal objetivo preservar a vida, a integridade física e o direito à moradia dos cidadãos afetados. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) teve início após denúncia encaminhada à Ouvidoria, relatando rachaduras, afundamentos de solo e o comprometimento estrutural de residências localizadas na Avenida Porto Alegre, em Poconé. Diante dos fatos, foi instaurado um inquérito civil com a requisição de vistorias e laudos técnicos à Agência Nacional de Mineração (ANM), à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e à Defesa Civil Estadual. As investigações confirmaram que 13 residências apresentavam sérios danos estruturais e risco de colapso. Conforme os laudos produzidos pela ANM, Defesa Civil do Estado de Mato Grosso e Cooper Poconé, os problemas foram ocasionados por atividades clandestinas de mineração realizadas por “filãozeiros”, que promoveram escavações irregulares para extração de ouro. Em algumas residências foram identificados túneis subterrâneos decorrentes dessas atividades, aumentando significativamente o risco para os moradores. O acordo prevê a remoção assistida das famílias residentes na área de risco, bem como o pagamento de auxílio-moradia temporário, na modalidade de aluguel social, até a conclusão de novas unidades habitacionais. A construção de 13 casas será viabilizada por meio de parceria entre o Município de Poconé e empresas de mineração participantes do TAC. Também ficou estabelecido que a empresa de mineração realizará o tamponamento da cava localizada nas proximidades do Parque Temático Beri Poconé, com apoio da Cooper Poconé. Após a recuperação e revitalização da área, o espaço será destinado ao Município de Poconé para utilização pública futura. O TAC estabelece ainda a adoção de medidas preventivas para verificar a existência de outros pontos de risco na região. A Prefeitura de Poconé, por intermédio da Defesa Civil e de profissionais da engenharia, realizará avaliação estrutural das residências localizadas nas adjacências da cava. Paralelamente, a Cooper Poconé promoverá estudos geológicos das vias públicas e dos terrenos da área para identificar eventuais situações de instabilidade do solo e riscos adicionais à população. O descumprimento das obrigações assumidas no acordo poderá resultar na aplicação de multa diária de até R$ 5 mil, conforme previsto nas cláusulas pactuadas entre as partes. Para o promotor de Justiça Mário Anthero Silveira de Souza Bueno Schober, “a solução consensual prioriza a proteção da vida e da segurança da população, assegurando resposta rápida às famílias afetadas e contribuindo para a mitigação dos impactos socioambientais decorrentes da ocupação urbana em área de risco”. Após o cumprimento integral das obrigações pactuadas, o procedimento foi arquivado e encaminhado ao Conselho Superior do Ministério Público para homologação.Foto: Google maps.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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