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Programa Tolerância Zero dobra as perícias em celulares 

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Nos últimos quatro meses, entre dezembro de 2024 e março de 2025, o Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas duplicou o número de perícias em aparelhos celulares, chips e outros componentes eletrônicos apreendidos em unidades prisionais e operações das polícias Civil de Militar em todas as regiões de Mato Grosso.

“Saltamos de uma média de 120 para 200 a 250 aparelhos periciados ao mês”, informa o diretor geral da Politec-MT, Jaime Trevizan Teixeira. Conforme Trevizan, também cresceu o número de perícias em outros produtos, como drogas, em função do aumento das apreensões.

Trevizan destaca que o serviço de perícia em celulares, que antes era realizado no horário regular do expediente do serviço público, passou a funcionar 24hs. Essa mudança está permitindo, por exemplo, que mais aparelhos apreendidos com suspeitos de crimes sejam submetidos à perícia.

Para otimizar o trabalho da perícia e subsidiar as investigações criminais com provas técnico-científicas, a Polícia Civil, responsável pelas investigações, e a Politec definiram algumas prioridades no serviço pericial dos celulares.

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Os equipamentos apreendidos com suspeitos de integrar ou liderar facções tem prioridade, segundo Jaime Trevizan.

Em quatro meses, de dezembro de 2024 a março de 2025, em 216 operações realizadas nos 41 presídios o Programa Tolerância Zero apreendeu 1.754 celulares e 734 chips, conforme dados do balanço apresentado nesta segunda-feira(24.03) pela Secretaria de Justiça(Sejus).

Já as polícias Militar e Civil apreenderam 16,1 toneladas de droga, 164% a mais que no mesmo período referenciado no balanço geral do Tolerância Zero divulgado pelo Governo do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Governo de MT e Rumo inauguram 1º trecho da Ferrovia Estadual: “Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer”, afirma governador

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O Governo de Mato Grosso e a Rumo inauguraram, neste sábado (20.6), o primeiro trecho da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso. São 162 quilômetros de extensão, ligando Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado na BR-070, em Dom Aquino, com investimento de R$ 5 bilhões nesta primeira etapa.

Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.

Durante a entrega, o governador Otaviano Pivetta destacou o papel do Governo de Mato Grosso na criação das condições para o desenvolvimento econômico do Estado.

“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”, afirmou.

Ele também ressaltou os avanços fiscais e institucionais do Estado nos últimos anos.

“Recebemos um Estado considerado insolvente e hoje Mato Grosso tem nota triplo A há três anos. Saímos das últimas posições na educação e hoje estamos entre os melhores do país. Quando o governo faz o dever de casa, o desenvolvimento acontece”, completou.

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O presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto.

“A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da ferrovia para a competitividade da produção brasileira.

“Essa ferrovia liga Mato Grosso ao Porto de Santos, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade da produção brasileira. A ferrovia melhora o transporte, ajuda o meio ambiente, reduz custos e impulsiona o desenvolvimento econômico do país”, disse.

O presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, ressaltou o impacto da integração logística.

“É uma parceria que mostra o que o Brasil é capaz de fazer quando iniciativa privada e poder público trabalham juntos. Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol. Essa entrega representa muito mais do que novos trilhos, gera empregos e cria condições para que as pessoas construam aqui as suas vidas”, pontuou.

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O ministro dos Transportes, George Santoro, parabenizou os envolvidos. “Essa obra representa um avanço importante para a logística do país e para o setor produtivo”, disse.


Terminal Ferroviário

As obras tiveram início em novembro de 2022 e mobilizaram mais de 65 empresas contratadas e cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal, foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.

Para o prefeito de Dom Aquino, Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia representa uma transformação regional.

“Estamos diante de uma obra que fortalece Mato Grosso e muda a história da nossa região. Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”, afirmou.

A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, entre elas senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos da região, empresários, representantes do setor produtivo e outras lideranças.

Fonte: Governo MT – MT

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