MATO GROSSO

Selos de Avaliação em Ouvidoria e Transparência serão entregues nesta quarta-feira (2)

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) entrega, pela primeira vez, os Selos de Avaliação em Ouvidoria e Transparência a 25 órgãos e entidades estaduais, nesta quarta-feira (2.4), durante o 2º Encontro de Ouvidoria e Transparência do Poder Executivo. O evento será um momento de reconhecimento para os órgãos e entidades estaduais que se destacaram em 2024.

A premiação tem o objetivo de fortalecer as ações de transparência, promover a participação social e, principalmente, melhorar continuamente os serviços públicos oferecidos à população. As instituições avaliadas receberão selos que refletem o grau de aderência a critérios de transparência ativa e passiva e ouvidoria. Com base na pontuação, as instituições serão classificadas nas categorias bronze, prata, ouro e diamante. O selo também faz parte do programa Integridade Pública da CGE.

A avaliação foi realizada com base em 68 itens, incluindo aspectos essenciais para melhorar o atendimento à população. Entre os itens avaliados estão a divulgação de informações sobre locais e horários de atendimento, a atualização do regimento interno dos órgãos, a presença de links para o portal de transparência nos sites institucionais e a disponibilização de um ícone com link para o Fale Cidadão, facilitando o contato direto da população.

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De acordo com a secretária-adjunta de Ouvidoria-Geral e Transparência em exercício, Aline Landini, o selo é fundamental para o fortalecimento da confiança da população nas instituições públicas do Poder Executivo. “A premiação é a celebração do sucesso dessa primeira avaliação. Foram meses de contato direto, orientando as equipes técnicas dos órgãos e entidades, e o resultado foi muito positivo”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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