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Apuração da Polícia Civil culmina na condenação de trio responsável por chacina em Cuiabá

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Três homens foram condenados pela Justiça por triplo homicídio ocorrido no bairro Nova Esperança, em Cuiabá, no ano de 2019. A condenação foi proferida nesta terça-feira (22.4) e a investigação da Polícia Civil de Mato Grosso foi crucial para a condenação do trio, cujas penas somadas chegam a quase 160 anos de prisão.

À época, foi cogitado que a chacina teria como motivação a disputa territorial entre facções criminosas rivais. No entanto, a investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apurou que as vítimas trabalhavam como vendedores ambulantes (mascates) e estavam na cidade há apenas uma semana, quando foram mortas em uma casa no bairro Nova Esperança.

Conforme a investigação, as três vítimas foram confundidas como integrantes de uma facção rival. Dias antes do crime, os três foram levados pelo grupo criminoso até uma casa, onde foram interrogados em uma espécie de “tribunal”, além de terem seus aparelhos celulares vistoriados.

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No decorrer da investigação, quatro investigados pelo triplo homicídio foram presos na Capital e encaminhados à unidade prisional do Capão Grande, em Várzea Grande.

Já outros quatro investigados tiveram os mandados cumpridos na Penitenciária Central do Estado, onde já estavam presos desde o início de novembro de 2020, após ação deflagrada pela DHPP para prender os envolvidos em outro homicídio que vitimou Diego Gomes Vilela, no bairro Jardim Industriário, também em Cuiabá. Esse crime foi fundamental para reunir indícios de ter ocorrido a mando de uma facção criminosa com atuação na região, então suspeita da morte dos trabalhadores.

A partir dos elementos desse caso, foram apurados indícios que ligaram a atuação do grupo criminoso com as mortes dos jovens vendedores de tapetes, tendo como principal conexão o confronto balístico da arma utilizada em ambos os crimes e que contribuiu sobremaneira na condenação do trio.

Condenação

Rayan Junior da Silva Alvarenga foi condenado a 72 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado por triplo homicídio, mais 40 dias-multa; Jonathan da Silva Jorge de Cristo a 65 anos de reclusão, além de 30 dias-multa e Pedro Henrique Frazão dos Santos a 20 anos. Os três cumprirão a pena em regime inicialmente fechado pelo triplo homicídio.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Militar resgata vítimas de sequestro e prende sete faccionados em Porto Esperidião

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Seis homens e uma mulher, todos membros de uma facção criminosa, foram presos pela Polícia Militar por sequestro e cárcere privado, tortura, lesão corporal e tráfico de drogas, na madrugada deste domingo (19.4), em Porto Esperidião. Na ação, dois homens e uma mulher mantidos em cativeiro foram libertados pela PM.

Conforme o boletim de ocorrência, policiais da cidade vizinha de Glória d’Oeste foram acionados pela esposa de uma das vítimas, que denunciou que seu marido teria sido sequestrado na frente da residência do casal, em Porto Esperidião. A testemunha afirmou que o crime teria sido cometido por três homens encapuzados, que fugiram em uma caminhonete SW4.

Os militares seguiram para o município e solicitaram apoio das equipes de cidades vizinhas e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron). O endereço onde acontecia o sequestro foi identificado e os policiais se deslocaram em direção a casa, flagrando alguns suspeitos na frente do imóvel.

Em seguida, os policiais fizeram uma movimentação para abordagem, conseguindo deter dois suspeitos que tentaram fugir. Ao entrarem na casa, os outros cinco suspeitos foram detidos. No interior do imóvel, as três vítimas foram encontradas com as mãos e pés amarrados e algumas lesões pelo corpo.

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Em depoimento, uma das vítimas confirmou ter sido sequestrada em casa, enquanto outra vítima afirmou ter sido atraída até o endereço. Elas informaram que estavam sendo mantidas em cárcere para serem cobradas sobre supostos roubos de drogas pertencente aos suspeitos, que seriam membros de uma facção criminosa.

Ainda em relato, as vítimas disseram que estavam sendo agredidas com socos e pauladas pelo corpo, além de serem ameaçadas de morte, e que os criminosos faziam chamada de vídeo com outros integrantes da facção para determinarem as ações que seriam realizadas.

Os policiais fizeram varredura em todo o imóvel e encontraram facas e arames lisos, que estavam sendo usados para amarrar as vítimas, além de cerca de meio quilo de substância análoga à maconha.

Todos os criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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