MATO GROSSO

Seplag abre chamada pública para fornecedores de água mineral em todo o Estado de MT

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) publicou o Edital de Credenciamento nº 001/2025/SEPLAG para fornecedores de água mineral natural sem gás, envasada em garrafões de 20 litros. A distribuição vai atender diretamente às demandas dos órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual, em 140 municípios mato-grossenses.

As unidades administrativas localizadas em Cuiabá e Várzea Grande já são atendidas por esse serviço. Portanto, são municípios que não estão previstos nesse processo de fornecimento.

Com o credenciamento, empresas locais poderão fornecer o insumo diretamente aos órgãos públicos em suas regiões, reduzindo custos de transporte e prazos de entrega, além de movimentar a economia regional.

A medida intensifica o fortalecimento de microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais. Também podem se credenciar cooperativas formadas por pequenos produtores que atuam com a captação, envase e distribuição de água.

O processo de credenciamento é simples. A pessoa jurídica interessada deve preencher o “Formulário de Inscrição do Credenciamento”, disponível no Anexo II do Edital de Credenciamento. Além disso, é necessário também encaminhar a documentação relativa à sua habilitação, descrita no item 11 do Anexo III – Termo de Referência do Edital.

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Mais informações, acesse este link: http://aquisicoes.gestao.mt.gov.br/home/index.php?pg=ver&id=562&c=22 ou baixe o edital abaixo!

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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