O Restaurante Prato Popular, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), promoveu nesta sexta-feira (9.5), um almoço especial, em alusão ao Dia das Mães, comemorado no próximo domingo (11).
A homenagem idealizada pela primeira-dama Virginia Mendes, além de contar com um cardápio especial exclusivo, todas as usuárias do restaurante foram agraciadas com um mimo.
De acordo com a Coordenadora do Restaurante Prato Popular, Sidilene Ribeiro, é muito importante demonstrar a valorização pelas usuárias, proporcionando um almoço especial a elas.
“Ficamos felizes em realizar essa ação no Restaurante Prato Popular, é notável ver a alegria das mamães que frequentam diariamente o estabelecimento. É mais uma ação da primeira-dama Virginia Mendes e sua equipe, que valoriza as pessoas mais carentes”, acrescentou Sidilene.
A ação visa demonstrar a valorização da primeira-dama Virginia Mendes com as usuárias, na data especial que se aproxima.
Para Aidê Pedrosa Valadares, de 65 anos, moradora do bairro São João Del Rey, é uma ação que faz diferença na vida dela e de quem necessita do serviço.
“Fico muito feliz de almoçar aqui, e em dias especiais como este, é melhor ainda. Esse restaurante é maravilhoso para todos nós, a comida é muito boa, o atendimento é excelente, eu agradeço à primeira-dama Virginia Mendes e toda a equipe do Prato Popular por nos proporcionar essa comodidade com um preço tão barato”, disse.
Luiza Silva, 62 anos, moradora do bairro São Mateus, destaca a importância do serviço para ela e todos os frequentadores.
Junior Silgueiro – Setasc-MT
“Eu almoço no Restaurante Prato Popular já faz quatro anos, sou mãe de quatro filhos e fico muito feliz ao saber deste evento que valoriza todas nós usuárias do restaurante. Em nome de todos os frequentadores, agradeço a primeira-dama Virginia Mendes, por ter esse olhar carinhoso conosco”, completou.
Em algumas datas comemorativas, são realizados almoços especiais no Restaurante Prato Popular.
O almoço em homenagem ao Dia das Mães é mais uma das atividades realizadas no restaurante, para reforçar o trabalho e o carinho da Assistência Social, com pessoas como a Eliane Aparecida Guimarães, de 63 anos.
“É um evento maravilhoso, é um local muito bom para se alimentar, todo ano tem, e todo ano eu participo. Fico feliz e agradeço à primeira-dama Virginia Mendes, por nos proporcionar momentos especiais como o de hoje, em um lugar especial como o Restaurante Prato Popular”, concluiu Eliane.
RESTAURANTE PRATO POPULAR
O restaurante PRATO POPULAR, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), oferece refeições balanceadas para a população mato-grossense ao preço simbólico de R$ 1 por prato. Os cardápios são preparados por equipe nutricional para garantir a combinação de nutrientes mais adequados às necessidades dos usuários.
O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.
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