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Parque Novo Mato Grosso sedia terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross

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¿O Parque Novo Mato Grosso será sede da 3ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, em Cuiabá, entre sexta-feira (23.5) e domingo (25.5).

A competição tem cinco etapas, sendo cada uma em uma região do país. Em 2024, a etapa Centro-Oeste foi realizada em Campo Grande (MS). Neste ano, houve a mudança de sede devido à construção da nova pista na capital mato-grossense. Há 13 anos, ela não era realizada em Mato Grosso.

“A última vez que o campeonato aconteceu em Mato Grosso foi na cidade de Sorriso, em 2012. Este ano, nós ficamos impressionados com a estrutura e com a capacidade do parque em receber o evento. Com uma pista dessas, certamente Mato Grosso viverá o fortalecimento do esporte e o surgimento de novos atletas”, afirmou Firmo Alves, promotor do evento.

Está confirmada a presença de 357 pilotos, sendo 19 de outros países. A estimativa de público nos três dias é de 30 mil pessoas. A entrada é gratuita. Segundo o promotor, quem comparecer ao evento neste fim de semana, terá várias opções de entretenimento, além da pista e das corridas.

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Durante os três dias, serão realizados treinos, e os visitantes também poderão visitar a feira de negócios, com itens característicos do esporte, a praça de alimentação e o motódromo – área onde estão as equipes, as carretas de suprimento e os motorhomes de apoio aos pilotos.

“Estamos falando de uma movimentação de mais de 5 mil pessoas ligadas às equipes e suas famílias, além do público amante do esporte. Certamente, teremos pessoas de todo o mundo, o que tornará o evento uma experiência para as famílias que vierem prestigiar”, afirmou.

Arquibancadas foram entregues na tarde de ontem e estão prontas para receber o público. Foto: Caroline Rodrigues/MTPar

As arquibancadas foram instaladas nesta quarta-feira (21.5) e são cobertas, garantindo conforto térmico ao público, que terá uma visão privilegiada das corridas devido ao traçado da pista. Diferentemente das etapas realizadas em outros estados, onde havia pontos cegos para o público, a pista do Parque Novo Mato Grosso permite visão clara de todas as curvas e obstáculos do percurso.

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Em relação à pista, os técnicos estão realizando os últimos acabamentos e finalizando a iluminação. A previsão de conclusão dos trabalhos estruturais é para quinta-feira (22.5).

O Parque Novo Mato Grosso está sendo construído pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Par, e será o maior parque multieventos da América Latina.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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