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Governo de MT repassa R$ 15,5 milhões e entrega 50 camas para pronto-socorro de VG

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O Governo de Mato Grosso oficializou, na manhã desta terça-feira (3.6), na Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, o repasse de R$ 15,5 milhões e a entrega de 50 camas hospitalares para o pronto-socorro de Várzea Grande. Deste montante, R$ 11,7 milhões serão usados para a reforma do telhado do hospital, que foi afetado pelas fortes chuvas deste ano.

O valor de R$ 3,8 milhões já foi repassado à prefeitura para a compra de novos equipamentos, com o objetivo de melhorar o atendimento à população em saúde.

“Vamos simbolicamente fazer a doação de R$ 11,7 milhões para a reforma do telhado e de mais algumas outras questões dentro do atual pronto-socorro. É uma condição um pouco paliativa, mas que vai melhorar muito a atuação do pronto-socorro. Ele é imprescindível na rede hoje e, por isso, que o Governo está ajudando a Prefeitura a fazer essa recuperação, para que não haja aqueles colapsos no período de chuva, que já houve tantas vezes e que prejudica muito a atuação da saúde na cidade de Várzea Grande e toda a Baixada Cuiabana”, afirmou o governador Mauro Mendes.

Segundo o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, a Baixada Cuiabana é a catalisadora do serviço da saúde do Estado, por isso a importância de melhorar a estrutura.

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“Além da doação de 50 camas hospitalares, estamos repassando recursos para melhorar a estrutura do pronto-socorro. Fazer licitação, adquirir equipamento, receber equipamento e doar em quatro meses é algo quase impossível, mas com a nossa determinação, dada pelo nosso governador, pelo nosso vice-governador, é possível. Vamos trabalhar para entregar mais e melhorar a assistência à nossa população”, destacou Figueiredo.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, se emocionou ao agradecer os investimentos realizados pelo Governo no município.

“É um momento de muita emoção. Porque quando eu cheguei, no dia 2 de janeiro, o primeiro lugar que eu estive foi no pronto-socorro de Várzea Grande com a Deisi [Bocalon]. E ali nós vimos o caos. Eu vi macas no chão de ambulância, gente deitada na maca no chão, vi gente em cadeira de plástico tomando soro. Era inadmissível o segundo maior município do estado de Mato Grosso, com aquela situação de calamidade, de falta de humanidade”, disse Flávia.

A prefeita reforçou que precisava de ajuda para Várzea Grande. “Vocês não sabem o tamanho da importância que são esses caminhões, esses colchões para quem está doente lá no pronto-socorro e precisa de dignidade para recuperar a saúde, para poder voltar a trabalhar, e vocês atenderam, Governo do Estado, Assembleia e deputados.”

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De acordo com a secretária municipal de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, é uma grande alegria ver os equipamentos novos sendo distribuídos para o pronto-socorro.

“Eu quero que vocês olhem os caminhões repletos de equipamento, que foram disponibilizados com recursos do Estado. Muito obrigada, governador. Obrigada por acreditar na saúde de Várzea Grande. Obrigada por acreditar nessa gestão e por reconhecer que saúde é uma obrigação nossa como instituição, como órgãos públicos.”

Também estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, os deputados estaduais Diego Guimarães, Carlos Avallone, Fabinho Tardin e Paulo Araújo; o secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp), coronel PM César Roveri, a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, e vereadores de Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

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Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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