MATO GROSSO

Sinfra aprofunda estudos para solução na região do Portão do Inferno

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O governador Mauro Mendes afirmou que a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) está finalizando estudos mais aprofundados em relação à solução dada para o trecho do Portão do Inferno, na estrada Cuiabá-Chapada (MT-251).

Durante entrevista na manhã desta terça-feira (24.6), Mauro falou do aprofundamento dos estudos. A obra de retaludamento (corte) do morro começou no ano passado, e teve aprovação do Ibama e do ICMBio, como forma de evitar novos desmoronamentos, dando mais segurança a todos que trafegam nesse trecho.

“Uma coisa é você fazer um estudo preliminar, como fizemos naquele momento em que precisávamos tomar as providências emergenciais. Mas quando as obras começaram, foram observadas diferenças geológicas que não tinham sido inicialmente percebidas. E isso demandou aprofundar esses estudos geológicos”, explicou.

Mauro ressaltou que a Sinfra realizou novas sondagens, chegando a subir máquinas pesadas em cima do morro para verificações mais precisas.

“Isso demandou uma mobilização gigante de recursos por conta da complexidade para ver a característica real daquela rocha. A Sinfra entrou com o projeto de revisão daquela solução inicial, se seria possível ou não executá-la”, registrou.

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De acordo com o governador, a Sinfra deve finalizar os estudos já nas próximas semanas.

“Infelizmente, essa é uma solução bastante complexa para chegar a uma decisão definitiva de qual caminho vai ser tomado, e isso vai ser feito de forma técnica, com toda a seriedade que o assunto merece”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça leva a júri oito acusados pela morte de jovem

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A Justiça acolheu pedido do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e pronunciou oito acusados pela morte de Leandro Fagundes Luiz, crime ocorrido em 28 de março de 2025, em Alto Taquari. Com a decisão da Vara Única do município, Jeanderson Alves da Silva, André Júnior Rosa de Oliveira, Paulo Henrique Freitas Lopes, Ranniê Martins Corrêa, Ryan Crhistian Rodrigues de Souza, Jefferson Lima Pereira, Carlos Andriel Ferreira Bastos e Monis Kleia Carmo da Silva serão submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri.Os réus respondem por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, além dos crimes de ocultação de cadáver, corrupção de menores e integração de organização criminosa.Conforme a denúncia do MPMT, Leandro saiu de casa na manhã do dia dos fatos para realizar um saque bancário em nome da avó e não retornou. As investigações apontaram que ele foi capturado e levado para uma residência abandonada nas proximidades do Lago Municipal, onde teria sido submetido ao chamado “tribunal do crime”. A motivação do homicídio estaria relacionada a um episódio anterior envolvendo a vítima e uma adolescente, fato que teria motivado o acionamento da organização criminosa.De acordo com os autos, parte dos denunciados participou presencialmente da ação, enquanto outros integrantes acompanharam e comandaram os atos por videochamada, de dentro de uma unidade prisional em Rondonópolis. A vítima teria sido agredida por um longo período com instrumentos contundentes antes de ser morta. O corpo de Leandro ainda não foi localizado.Ao proferir a decisão de pronúncia, o juízo destacou que a ausência do cadáver não impede o reconhecimento da materialidade do crime, uma vez que existem outros elementos probatórios nos autos, entre eles mensagens extraídas de aparelhos celulares apreendidos, depoimentos de investigadores e reconhecimentos fotográficos.Segundo a denúncia, uma das acusadas, mãe de uma das adolescentes envolvidas no episódio que antecedeu o crime, teria procurado uma liderança da organização criminosa para solicitar a aplicação de uma punição contra a vítima. Posteriormente, ela teria recebido e assistido a um vídeo da execução.Na decisão, também foram mantidas as qualificadoras do motivo torpe, do emprego de tortura e do recurso que dificultou a defesa da vítima. O magistrado entendeu que há indícios suficientes para que a análise definitiva dessas circunstâncias seja feita pelo Conselho de Sentença durante o julgamento popular.Todos os acusados permanecem presos preventivamente. O processo segue agora para a fase preparatória do Tribunal do Júri.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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