A Polícia Civil, por meio de Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, deflagrou, nesta quarta-feira (9.7), a operação Desterro, para cumprimento de 13 mandados contra integrante de uma facção envolvida no desaparecimento de cinco maranhenses em Várzea Grande.
Os indivíduos alvos das ordens de busca e apreensão são investigados pelos crimes de torturas, homicídios qualificados, ocultações de cadáveres e organização criminosa. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Várzea Grande.
Nas buscas realizadas nos endereços em Várzea Grande, dois homens foram presos em flagrante e uma arma de fogo foi apreendida. Um dos suspeitos fazia uso de tornozeleira eletrônica de terceiro, que é a utilização do dispositivo por alguém que não é o monitorado.
Conforme o delegado da DHPP de Cuiabá, Rogério Gomes, todos os investigados possuem vínculos criminosos, por envolvimentos em vários crimes como homicídio, tráfico de drogas, e com indicativo de integrarem uma facção criminosa.
As cinco vítimas do Maranhão chegaram no dia 9 de janeiro, em Várzea Grande. No dia seguinte foram, em tese, identificadas como pertencentes a facção rival, razão pela qual foram retiradas pelos criminosos do alojamento no bairro Jardim Primavera e levadas para outro local.
As diligências indicaram que os cinco maranhenses foram submetidos ao ritual do “tribunal do crime”. Em seguida, eles foram executados e tiveram seus corpos ocultados. Os cadáveres de duas vítimas foram encontradas no bairro Perinel, os outros três corpos aguardam ainda não foram localizados.
Investigação
A operação Desterro desencadeada para cumprimento dos mandados de busca, teve como objetivo a apreensão de aparelhos celulares e eventuais provas ou outros dados que colaboraram com a investigação que segue em andamento.
Operação Desterro
O trabalho operacional contou com a participação das equipes da DHPP de Cuiabá, com apoio das delegacias da Diretoria Metropolitana e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).
Uma jovem envolvida em um homicídio ocorrido em Aripuanã, foi presa pela Polícia Civil, no início da noite de quarta-feira (10.6), no município de Acorizal.
Com mandado de prisão em aberto, a procurada, de 19 anos, foi presa pela equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, após informações repassadas pela Delegacia de Polícia de Aripuanã.
A suspeita teve a ordem de prisão preventiva decretada pelo juízo da Comarca de Aripuanã pelo crime de homicídio qualificado.
Prisão
Os investigadores da Polinter realizavam diligências quando foram acionados pela Delegacia de Aripuanã, para interceptar um ônibus de transporte intermunicipal que havia partido de Juína com destino a Cuiabá.
Com base nas informações de que a suspeita estaria dentro do ônibus, os policiais civis deslocaram até a Rodovia MT 010 e conseguiram avistar o veículo na rodoviária de Acorizal.
Durante a abordagem a equipe localizou a foragida que seguia como passageira na poltrona de nº. 21. Após ser devidamente identificada, a procurada foi presa por força do mandado de prisão.
Em seguida ela foi conduzida à Polinter para providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhada para audiência de custódia e colocada à disposição do Poder Judiciário.
Homicídio
O crime ocorreu no dia 3 de junho, na cidade de Aripuanã, ocasião em que Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, foi sequestrada e executada por integrar de uma facção criminosa.
Informações apontam que a vítima estava em uma boate quando foi rendida pelos criminosos e em seguida assassinada. O corpo da jovem foi encontrado dentro de um imóvel envolto em um lençol.
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