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Polícia Militar fecha área de extração ilegal de madeira em região da floresta amazônica

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), com apoio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), fecharam uma área de extração ilegal de madeira, na manhã desta terça-feira (29.7), na zona rural de Colniza. Na ação, foram apreendidos mais de 60 metros cúbicos de toras de madeira retiradas de forma ilícita.

Durante ações da Operação Hot Spot, inserida na Operação Tolerância Zero contra os crimes ambientais, as equipes do Batalhão Ambiental da PM receberam um alerta de desmatamento e a localização de uma área de exploração madeireira ilegal no distrito de Guatá, região pertencente à Floresta Amazônica.

Ao chegarem ao local, os policiais flagraram o funcionamento de uma serraria e viram um homem operando o maquinário. Ele fugiu pela mata ao perceber a presença da equipe. Ele não foi localizado após buscas na região.

No ponto fiscalizado, foram apreendidos cerca de 60 metros cúbicos de toras de madeira bruta e beneficiada (madeira que passou por processo de acabamento), além de uma serraria móvel equipada com motor estacionário, em pleno funcionamento.

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Em verificação na área, nenhuma autorização para exploração foi encontrada nos sistemas oficiais, além de o local não apresentar Cadastro Ambiental Rural (CAR), configurando crime ambiental conforme a legislação vigente.

Diante dos fatos, toda a madeira apreendida foi doada à subprefeitura do Distrito de Guatá, mediante manifestação formal de interesse do gestor local.

Os equipamentos utilizados na atividade clandestina, incluindo a serraria móvel, foram inutilizados no local. As equipes policiais registraram o boletim de ocorrência e as demais providências pertinentes ao material encontrado.

¿¿Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil prende investigados por homicídio em General Carneiro

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A Polícia Civil de General Carneiro cumpriu, nesta quinta-feira (7.5), quatro ordens judiciais relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido no município, em abril deste ano.

Na ação foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão contra suspeitos apontados como envolvidos no crime.

Os suspeitos foram encaminhados para as providências legais cabíveis e deverão passar por audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.

A investigação

A vítima, um homem de 29 anos, foi encontrada morta no quintal de uma residência localizada na Avenida Marechal Rondon, em General Carneiro, no dia 28 de abril de 2026. A vítima apresentava ferimentos provocados por disparos de arma de fogo na testa, braço e axila.

Após tomar conhecimento dos fatos, a Polícia Civil iniciou diligências investigativas que resultaram na identificação de dois suspeitos, ambos apontados como integrantes de facção criminosa com atuação na região. Um dos investigados, de 54 anos, foi preso em General Carneiro, enquanto o segundo suspeito, de 21 anos, foi localizado e preso em Barra do Garças.

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Durante as investigações, os suspeitos também foram identificados como envolvidos em um crime de tortura praticado contra uma mulher. Segundo apurado, a vítima teria sido submetida a agressões conhecidas como “salve”, ocasião em que sofreu queimaduras provocadas por bitucas de cigarro nos seios.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, o delegado responsável pelo caso representou pelas prisões preventivas dos investigados e pelos mandados de busca e apreensão, medidas que foram deferidas pelo Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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