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Vereadora Paula Calil apresenta projeto para criação de programa de incentivo ao escotismo em escolas municipais

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SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), apresentou, na sessão ordinária desta terça-feira (05), o Projeto de Lei nº 15.464/2025, que propõe a criação do Programa de Incentivo ao Escotismo, Bandeirantismo e Desbravadores/Aventureiros nas escolas da rede municipal de ensino.
A iniciativa prevê a oferta de atividades extracurriculares, voluntárias e realizadas no contraturno escolar, com foco na formação cidadã de crianças e adolescentes.
Segundo Paula Calil, o programa busca estimular valores como disciplina, solidariedade, amor ao próximo, cidadania e respeito ao meio ambiente, princípios que muitas vezes vão além do conteúdo previsto no currículo tradicional.
A proposta também estabelece prioridade para estudantes em situação de vulnerabilidade social, garantindo que nenhuma criança seja excluída por falta de recursos. O custeio das atividades poderá ser dividido entre o Município, entidades parceiras e famílias que tiverem condições de contribuir.
“Queremos plantar uma semente de valores dentro das escolas de Cuiabá. O escotismo é uma ferramenta poderosa para formar cidadãos desde cedo”, destacou a vereadora.
Se aprovado, o programa será implementado em parceria com grupos escoteiros, bandeirantes e clubes de desbravadores, ampliando as opções de atividades educativas e de convivência social para os estudantes da capital.
O parecer recebeu aprovação do plenário. Agora, o projeto segue em tramitação na Casa Legislativa, onde passará por mais duas votações e, caso aprovado em todas, será encaminhado para sanção do Executivo Municipal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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