POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate violência em universidades por intolerância à diversidade de pensamento

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (2) para discutir a violência nas universidades por intolerância à diversidade de pensamento.

O debate atende a pedido da deputada Adriana Ventura (Novo-SP) e será realizado às 16 horas, em plenário a ser definido.

Segundo a deputada, relatos de violência, intimidação e cerceamento da liberdade de expressão em ambientes educacionais evidenciam a necessidade de um debate urgente sobre os limites da convivência democrática dentro das instituições de ensino.

Adriana Ventura acrescenta que a universidade deve ser espaço de livre circulação de ideias, respeito à divergência e estímulo ao pensamento crítico, mas tem se observado uma escalada de episódios em que a imposição de visões hegemônicas cria ambientes hostis e promove perseguição ideológica.

“A audiência pública permitirá mapear os desafios enfrentados, ouvir relatos concretos e, principalmente, construir recomendações para a promoção de um ambiente mais seguro, inclusivo e democrático no âmbito das instituições educacionais”, afirma.

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Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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