POLÍTICA NACIONAL

CPMI do INSS ouve familiares de ‘Careca’ e Camisotti nesta quinta

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A CPMI do INSS ouve nesta quinta-feira (18) testemunhas que têm ligação com Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e com o empresário Maurício Camisotti, presos por fraudes em benefícios previdenciários. Em reunião marcada para começar às 9 horas serão ouvidos:

  • Tânia Carvalho dos Santos, esposa e sócia em empresas de Carlos Camilo Antunes;
  • Romeu Carvalho Antunes, filho e sócio de Carlos Camilo Antunes;
  • Rubens Oliveira Costa, sócio de Carlos Camilo Antunes;
  • Milton Salvador de Almeida Júnior, sócio de Carlos Camilo Antunes;
  • Cecilia Montalvão, esposa de Camisotti e sócia de empresa que atuou na modernização dos sistemas da Previdência; e
  • Nelson Willians, advogado com transações bancárias suspeitas com Camisotti.

As convocações foram aprovadas na terça-feira (16), devido ao fato de Camilo e Camisotti terem se recusado a depor ao colegiado.

A reunião será realizada no plenário 2, da Ala Nilo Coelho, no Senado.

Também está na pauta do colegiado dezenas de requerimentos de convocação.

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O evento será interativo, com espaço para perguntas e comentários de cidadãos

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Vai à CCJ projeto com novas regras para revisão de prisão preventiva

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A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (9) projeto que altera as regras de revisão da prisão preventiva. A proposta estabelece que a falta de reavaliação da medida só poderá resultar em ilegalidade após pedido da defesa. O texto segue para votação final na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

De autoria do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 4.904/2020 recebeu parecer favorável do senador Fabiano Contarato (PT-ES). A proposta mantém a revisão da prisão preventiva, mas condiciona o reconhecimento de ilegalidade a pedido da defesa. Nesse caso, o juiz terá prazo de 30 dias para reavaliar a necessidade da medida.

O texto também amplia de 90 para 180 dias o intervalo de revisão da prisão preventiva quando houver condenação em primeira instância pelo crime que motivou a medida. De acordo com emenda apresentada pelo relator, o Ministério Público deverá ser ouvido antes da decisão judicial sobre a manutenção da prisão ou a soltura do réu.

Na discussão da matéria, o senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que a proposta corrige problemas na legislação atual.

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— O projeto corrige o principal problema, que é a possibilidade de liberação automática. Por isso, manifesto meu apoio à proposta — declarou.

O projeto tramita em conjunto com o PL 4.911/2020, do ex-senador Major Olimpio, e com o PL 4.917/2020, dos senadores Alessandro Vieira (MDB-SE) e Marcos do Val (Podemos-ES), que foram rejeitados pelo relator. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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