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Corpo de Bombeiros resgata corpo de jovem que se afogou no Rio Paraguai

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou e resgatou, neste sábado (27.9), o corpo de uma jovem de 17 anos que se afogou na região conhecida como Cabo Nilson, no Rio Paraguai, em Cáceres (a 217 km de Cuiabá).

A equipe da 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ªCIBM) foi acionada e rapidamente se dirigiu ao local. Ao chegar, os bombeiros ouviram testemunhas que relataram que a vítima não sabia nadar. Ela estava no local com a família para comemorar seu aniversário, que ocorreu no dia anterior e acabou se afogando em uma área de banho.

Os bombeiros iniciaram as buscas subaquáticas e localizaram o corpo da jovem, que foi retirado da água e deixado sob os cuidados da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Polícia Judiciária Civil (PJC), que ficaram responsáveis pelos procedimentos legais necessários.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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