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Ecotrópica apresenta trabalho em defesa do meio ambiente no Pantanal

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Na quinta visita do projeto Fundações de Portas Abertas, a Ecotrópica – Fundação de Apoio à Vida nos Trópicos – recebeu representantes de outras entidades do terceiro setor, na tarde desta terça-feira (7). A iniciativa, idealizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), tem como objetivo fortalecer o diálogo e a cooperação entre as fundações privadas de Cuiabá e Várzea Grande.O presidente da fundação, Ilvanio Martins, destacou a importância do encontro. “O projeto Fundações de Portas Abertas é uma iniciativa muito positiva que nasceu do Ministério Público. E hoje, aqui na Fundação Ecotrópica, estamos recebendo com muita alegria os parceiros, colegas das fundações de Cuiabá e Várzea Grande. Vamos apresentar o que temos construído ao longo desses 36 anos de atuação. E quero aproveitar para compartilhar com vocês as novidades, os caminhos que estamos desenhando para as próximas pautas e para os anos que vêm pela frente”, contou.Segundo Ilvanio, a fundação tem o perfil de identificar o que está errado e buscar soluções em conformidade com a lei. Além de um vídeo institucional, ele apresentou o histórico da fundação, os trabalhos realizados, as reservas criadas, os prêmios e títulos conquistados, os parceiros responsáveis pelo aporte financeiro, a estrutura de pessoal e como é feita a gestão das reservas, administrativa e dos projetos.“A Ecotrópica foi pensada em 1988, mas registrada inicialmente em 1989. Ao longo do tempo, construiu quatro Reservas Voluntárias de Desenvolvimento Sustentável (RVDs) que somam 74 mil hectares de terras. E junto ao entorno do Parque Nacional do Pantanal supera 210 mil hectares de área totalmente conservada. Esse mosaico, no ano de 2000, foi reconhecido como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco”, revelou.De acordo com o promotor de Justiça Renê do Ó Souza, titular da 26ª Promotoria de Justiça Cível da Capita – especializada em Fazenda Pública e Fundações, a intenção do projeto é fortalecer a rede de fundações que existe em Cuiabá e Várzea Grande e, em breve, em todo o estado.“A ideia é fazer com que as fundações se aproximem, troquem experiências, e comecem a se contratar, a celebrar negócios jurídicos entre si, o que já está acontecendo. Isso é uma demonstração de o quanto essa aproximação é profícua. Você permite que as fundações possam utilizar a expertise umas das outras, e isso acaba proporcionando a construção de um ambiente negocial, junto com os pilares das fundações, de uma forma mais sólida, voltada ao interesse social, voltada ao interesse público. E esse é também um dos objetivos do projeto, e a gente percebe que isso está cada vez mais se fortalecendo”, destacou.Para Meire Paelo, integrante do Conselho Diretivo da Fundação Bom Jesus, a visita foi bastante válida. “É a oportunidade de as fundações se encontrarem e conversarem, uma ocasião ímpar de enriquecimento, em que a experiência de uma interfere na vivência da outra. É um projeto muito bonito e importante, que facilita inclusive o nosso crescimento e a gestão das fundações”, considerou.Fundação Ecotrópica – É uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em Cuiabá em 21 de junho de 1989. Reconhecida como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), a entidade foi declarada de Utilidade Pública Estadual pela Lei nº 7.006, de 22 de maio de 1998. Com a missão de contribuir para a conservação dos recursos naturais e a manutenção da qualidade de vida nos ecossistemas tropicais brasileiros, a Ecotrópica desenvolve ações voltadas à proteção da biodiversidade. Saiba mais aqui. Cronograma – O projeto Fundações de Portas Abertas promove visitas técnicas que permitem aos profissionais do terceiro setor conhecer de perto a estrutura, o funcionamento e os serviços oferecidos por cada entidade. A proposta é estimular a identificação de pontos de convergência e fomentar parcerias futuras, além de criar um espaço de escuta ativa e construção coletiva de soluções para o fortalecimento do ecossistema fundacional em Mato Grosso.A programação segue nas próximas semanas com visitas às seguintes instituições:13 de outubro, às 14h – Fundação Espírita Rachele Steingruber20 de outubro, às 14h – Fundação Bradesco22 de outubro, às 14h – Fundação Cantares de Salomão6 de novembro, às 14h – Fundação Bom Jesus18 de novembro, às 14h – Fundação Fé e Alegria27 de novembro, às 15h – Fundação Funabom

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Casal é condenado a 14 anos de reclusão por homicídio em Cuiabá 

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, na quinta-feira (2), Carolyne Beatriz da Silva e Roneclei José Mendes a 14 anos de reclusão cada um, pelo homicídio qualificado de Wesley Pinho Nardes. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e reconheceu que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante dissimulação e emboscada. Atuou em plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins. Conforme a sentença, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri também determinou a execução imediata da pena e a expedição dos mandados de prisão dos condenados. De acordo com a denúncia do MPMT, o crime aconteceu em novembro de 2020, nas proximidades da BR-364, no Distrito Industrial, em Cuiabá. As investigações apontaram que os denunciados agiram de forma premeditada e utilizaram arma de fogo para matar a vítima. Segundo apurado, Carolyne manteve um relacionamento amoroso conturbado com Wesley. Após retomar a convivência com Roneclei, pai de seus dois filhos, o casal passou a arquitetar a morte da vítima, motivado por sentimentos de vingança decorrentes dos conflitos existentes entre Carolyne e o ex-companheiro.Conforme a denúncia, Carolyne entrou em contato com Wesley e o convenceu a encontrá-la, simulando uma reaproximação. Em seguida, conduziu a vítima de motocicleta até um local ermo às margens da rodovia, onde Roneclei já aguardava. No local, Wesley foi surpreendido pela emboscada e atingido por disparos de arma de fogo, morrendo em decorrência dos ferimentos. O corpo foi encontrado dois dias depois, às margens da BR-364.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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