O programa Vigia Mais MT recebeu destaque durante visita técnica da Sociedade dos Usuários de Tecnologia do Mato Grosso (Sucesu-MT) à sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), nesta terça-feira (7.10). O encontro teve como objetivo apresentar o funcionamento do sistema de videomonitoramento inteligente e ampliar o diálogo com o setor de tecnologia do estado.
Reconhecido por integrar câmeras públicas e privadas em uma plataforma unificada, o Vigia Mais MT tem se consolidado como uma das principais ferramentas de apoio às forças de segurança, contribuindo para a prevenção e resolução de ocorrências em tempo real. O programa conta com a parceria de empresas, instituições e prefeituras que aderem ao sistema, fortalecendo a rede de vigilância em todo o território mato-grossense. A visita da Sucesu, que reúne mais de 400 associados do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), reforçou o interesse crescente da iniciativa privada em participar do programa. Diversas empresas já aderiram ao Vigia Mais MT, e outras estão em processo de análise e integração de suas câmeras à plataforma.
De acordo com o conselheiro da Sucesu e Investigador da Polícia Civil, Fábio Arruda Goes Ferreira, a aproximação entre o setor tecnológico e o Estado é estratégica para o fortalecimento do projeto.
“Eu fiz um convite a eles, para que viessem conhecer o programa Vigia Mais. Essas empresas têm interesse em participar do projeto, e algumas já estão em andamento no processo de parceria. Essa integração é importante não só para divulgar o Vigia Mais, mas para que conheçam o produto e como ele funciona na prática”, destacou.
Vigia Mais MT
O Programa Vigia Mais MT já conta com mais de 15 mil câmeras integradas ao sistema de videomonitoramento do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Atualmente, o programa possui 122 associações e sindicatos filiados, fortalecendo a parceria entre o poder público e o setor privado.
Os equipamentos contribuem diretamente para ações de prevenção e resposta rápida às ocorrências em todo o estado, reforçando a segurança e a integração entre as forças de segurança de Mato Grosso.
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população. De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço. “É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.