POLÍCIA

Polícia Militar prende tio e sobrinho por homicídio e ocultação de cadáver em Alta Floresta

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A Polícia Militar prendeu dois homens pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, no final da tarde desta quinta-feira (9.10), em Alta Floresta. Os suspeitos são tio e sobrinho e foram responsáveis por matarem e jogarem o corpo de Edvaldo Soares Ferreira, de 54 anos, em um poço.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe policial recebeu informações sobre um homicídio ocorrido em uma residência, durante a madrugada. No local, os militares entraram em contato com uma testemunha, que relatou ter visto um corpo dentro de um poço.

Ela disse que chegou na residência e encontrou seu tio e primo que haviam revelado terem matado uma pessoa. A testemunha viu que os suspeitos estavam embriagados e achou se tratar de uma brincadeira, mas após andar pelo quintal da casa encontrou muito sangue ao redor do poço da casa e chamou a PM, que constatou os fatos.

Os militares ainda encontraram uma faca ensanguentada em cima de um tanque e acionaram o Corpo de Bombeiros, que fez a retirada do corpo durante o amanhecer.

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As equipes policiais iniciaram diligências na busca dos autores do crime e, já no período da tarde, receberam informações de que os dois suspeitos estavam transitando a pé pela rodovia MT-206, para onde os militares se deslocaram e encontraram a dupla.

Ao serem abordados e questionados sobre o fato, eles disseram que estavam consumindo bebidas alcoólicas com a vítima e iniciaram uma discussão por motivo fútil. Eles ainda afirmaram que quebraram uma garrafa de bebida e atingiram o abdômen de Edvaldo e, em seguida, pegaram uma faca e desferiram múltiplos golpes no pescoço.

Os suspeitos estavam com algumas peças de roupas e disseram que estavam indo para outro município. Com eles, também foi localizado o celular da vítima.

Diante da situação, os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia Federal

PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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