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Presidente do TJMT e Corregedor-geral visitam nova estrutura do Núcleo de Justiça Digital

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Grupo de servidores e magistrados posa para foto em sala moderna de informática do Judiciário. Ao fundo, parede com logomarca tecnológica. Todos usam crachás azuis e expressam satisfação durante a visita institucional.O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, e o corregedor-geral, desembargador José Luiz Leite Lindote, visitaram a nova estrutura do Núcleo de Justiça Digital dos Juizados Especiais (NJDJE), o Núcleo de Justiça 4.0. A visita foi realizada a convite do juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira, na sede do TJMT.

Em visita ao local, o presidente cumprimentou servidores e estagiários que ali trabalhavam e elogiou o desempenho da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) em garantir o processamento e julgamento dos feitos dos Juizados Especiais das 67 comarcas das antigas primeira e segunda entrâncias.

“Fiquei muito satisfeito com o convite do doutor Jorge para conhecer as novas instalações do Núcleo de Justiça Digital e perceber o comprometimento de toda a equipe em oferecer respostas rápidas e eficientes aos cidadãos, especialmente aos que vivem no interior do estado. Muitas demandas podem parecer simples ou de pequeno valor econômico, mas representam muito na vida de quem busca a Justiça. É gratificante ver também que a Corregedoria tem garantido o suporte necessário para que magistrados, servidores e colaboradores desempenhem suas funções com excelência”, disse.

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Durante a visita, o corregedor José Lindote conversou com servidores e estagiários e destacou o papel do Núcleo na ampliação do acesso à Justiça. “O Núcleo de Justiça Digital mostra como a tecnologia pode ser usada para aproximar o Judiciário da população. Nosso compromisso é garantir que cada processo receba uma resposta rápida e eficiente, com o apoio de equipes preparadas e ferramentas adequadas”, afirmou o corregedor.

O corregedor e o juiz auxiliar estenderam a visita ao Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje), onde foram recepcionados pela diretora Shusiene Tassinari Machado. Ela apresentou as novas instalações do departamento, que fica ao lado do NJDJE.

De acordo com o juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, o Núcleo de Justiça Digital foi reestruturado, tanto em relação ao espaço físico, quanto ao pessoal, com incremento de servidores e estagiários, que apoiam os julgamentos realizados por quatro juízes: Ana Cristina Silva Mendes, Patrícia Ceni dos Santos, Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro e Marcos Faleiros da Silva.

“A Corregedoria tem tentado ao máximo dar celeridade em todos os processos porque nós recebemos uma demanda muito grande. Temos um acervo de mais de 60 mil processos. Então, estamos trabalhando diuturnamente com inteligência artificial, com ferramentas tecnológicas, nas quais a Presidência do Tribunal vem nos apoiando para que a gente possa diminuir o tempo de tramitação, dando uma resposta rápida para a sociedade”, afirma Jorge Alexandre.

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Autor: Celly Silva

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

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A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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