A Polícia Civil deflagrou na quarta-feira (22.10) a Operação Grão de Ouro para cumprimento de ordens judiciais que apuram o crime de desvio de mais de R$ 1 milhão soja em um armazém de cereais, no distrito de Nova Fronteira, no município de Tabaporã.
Na operação, foram cumpridos três ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão domiciliar.
As investigações, realizadas pela Delegacia de Tabaporã, apuraram que os suspeitos, produtores rurais do município, aproveitavam de cargos de chefia nas empresas agrícolas, para em ação criminosa conjunta desviar cargas de soja do armazém de grãos.
Diante dos elementos apurados, o delegado Robson Santiago representou pelas ordens judiciais contra os suspeitos, que foram deferidas pela Justiça.
Durante o cumprimento das buscas, foram apreendidos eletrônicos e documentos que poderão contribuir para o avanço das investigações e identificação de outros possíveis envolvidos.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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