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Infiltração de facções criminosas na gestão pública é debatida pelo MPMT

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A crescente ameaça de infiltração de facções criminosas na gestão pública será debatida em um dos painéis no 1º Fórum de Auditores e Controladores do Estado de Mato Grosso, que ocorre nesta quarta-feira (29). Os promotores de Justiça Marcos Bulhões e Gustavo Dantas Ferraz, membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), atuarão como painelistas. O painel, intitulado “Facções criminosas na gestão pública e os novos desafios para os órgãos de controle”, terá início às 17h na Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), com mediação de Robson Máximo, presidente da Associação dos Auditores e Controladores Internos dos Municípios de Mato Grosso (Audicom-MT). Marcos Bulhões apresentará a experiência prática no enfrentamento de estruturas criminosas que buscam se infiltrar no poder público. Já Gustavo Dantas destacará a importância da cooperação em rede entre os órgãos públicos para combater a atuação organizada das facções. O promotor abordará a necessidade de um enfoque que combine medidas repressivas e, principalmente, preventivas, como a disseminação da cultura de integridade dentro da administração.O 1º Fórum de Auditores e Controladores é fruto de uma parceria entre a Audicom-MT, Associação dos Auditores Públicos Externos do Tribunal de Contas de Mato Grosso (Audipe) e Associação dos Auditores da Auditoria Geral do Estado de Mato Grosso (Assae-MT). Com o tema central “Controle fortalecido: base para políticas públicas eficientes, eficazes e efetivas”, o evento reúne lideranças nacionais do controle público para discutir o futuro da governança, da transparência e da integridade no Brasil. O principal objetivo é destacar e promover estratégias e boas práticas que apoiem a execução de políticas públicas de forma mais eficiente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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