POLÍCIA

Mais dois faccionados envolvidos em homicídio e decapitação de homem são presos pela PM em Cáceres

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Novas diligências do 6º Comando Regional da Polícia Militar levaram à prisão de mais dois faccionados, de 22 e 30 anos, por participação em um homicídio e esquartejamento de um homem, de 19 anos, na manhã deste sábado (1.11). Os suspeitos foram presos em flagrante, no local do crime, e se juntaram a dois menores apreendidos, durante a madrugada.

Conforme o boletim de ocorrência, após a apreensão dos menores infratores e depoimentos colhidos por eles, foi constatado que os adolescentes tiveram participação ativa no crime e que contaram com a ajuda de mais dois homens para cometerem o crime.

Diante da situação, as forças policiais retornaram até a residência onde ocorreu o homicídio do homem e flagraram mais dois suspeitos entrando no local. As equipes fizeram cerco e abordaram os dois suspeitos, que não resistiram à chegada da PM e confessaram terem cometido o crime, horas antes.

Em novas buscas na casa, os policiais encontraram o celular e o documento pessoal da vítima, identificada como Vinicius Henrique Tavares Macedo, de 19 anos, membro de uma facção criminosa rival.

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Questionado pelos militares, o suspeito de 22 anos afirmou ter vindo do Estado de Rondônia para Cáceres, após deixar de ser membro de uma facção rival, a mesma da vítima, e que ele recebeu ordens vindas da atual facção pertencente para executar Vinicius.

O suspeito afirmou ainda que atraiu a vítima para consumo de entorpecentes, dentro da casa. No local, ele e os demais criminosos renderam o homem e fizeram ataques com faca, posteriormente decapitando a cabeça e esquartejando outras partes do corpo.

Os criminosos ainda indicaram o local onde haviam deixado a cabeça de Vinicius, dentro de uma sacola plástica, em um bairro próximo. As autoridades competentes de investigação se deslocaram ao endereço e confirmaram o encontro da parte do corpo de Vinicius.

Os dois suspeitos foram encaminhados para a delegacia de Cáceres e apresentados à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais procedimentos que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre mandados em operação interestadual que apura golpes contra clientes de banco digital

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Goiás, cumpre, na manhã desta terça-feira (19.5), 29 ordens judiciais em uma operação interestadual deflagrada contra um esquema de golpes e fraudes digitais envolvendo clientes de um banco digital.

Na operação, são cumpridos 14 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar e o bloqueio judicial de mais de R$ 1,9 milhão contra integrantes de um grupo criminoso voltado para a prática desses golpes. Eles são investigados pelos crimes de invasão de dispositivo informático (celular), furto mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, da Polícia Civil do Maranhão e da Polícia Civil do Tocantins. As ordens judiciais são cumpridas nos respectivos estados.

Em Mato Grosso, os trabalhos são conduzidos pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), sendo cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar contra uma mulher, principal alvo da operação, apontada como líder do grupo criminoso.

Durante as buscas na residência, foram apreendidos 10 quilos de entorpecentes, tipo skunk (supermaconha), embaladas a vácuo, em posse do marido da investigada, sendo o suspeito preso em flagrante por tráfico de drogas.

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Modo de atuação

Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava um elaborado esquema de golpe bancário, mediante a criação de um site falso do banco digital, impulsionado por anúncios pagos no Google.

Quando a vítima pesquisava pelo banco digital na internet, o link fraudulento aparecia entre os primeiros resultados patrocinados, induzindo o usuário a acreditar que estava acessando a plataforma oficial do banco.

Ao acessar a página clonada, a vítima inseria seus dados bancários e validava um QR Code, acreditando tratar-se de procedimento legítimo de verificação de login.

Nesse momento, os criminosos capturavam as credenciais de acesso em tempo real e assumiam a conta bancária da vítima, técnica conhecida como “session hijack” (sequestro de sessão), passando a realizar transferências Pix fraudulentas para contas de terceiros utilizadas como “mulas financeiras”.

Investigação

As investigações da polícia apontaram que o grupo possuía estrutura organizada e divisão de funções, com um núcleo técnico responsável pela criação dos sites falsos e captura das credenciais; núcleo financeiro encarregado das contas de passagem e dispersão dos valores; e núcleo patrimonial voltado à lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e utilização de familiares e terceiros.

Até o momento, foram identificadas ao menos 19 vítimas, incluindo casos registrados no Estado de Goiás, com prejuízo inicialmente apurado em aproximadamente R$ 118 mil. Entretanto, as análises financeiras revelaram movimentações suspeitas superiores a R$ 4,8 milhões, apontando fortes indícios de lavagem de capitais e ocultação patrimonial.

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As investigações também identificaram dispositivos eletrônicos e conexões de internet utilizados para acessar diversas contas fraudadas, além de movimentações financeiras vinculadas a pagamentos para Google Ads, hospedagem de sites e empresas intermediadoras internacionais, evidenciando a operacionalização contínua do esquema criminoso.

Segundo o delegado titular da DRCI, Sued Dias Junior, o uso de anúncios patrocinados em mecanismos de busca tornou-se uma das principais estratégias empregadas por organizações criminosas especializadas em fraude eletrônica.

“A população deve estar atenta a esse tipo de fraude, evitando acessar instituições financeiras por links patrocinados; conferir cuidadosamente o endereço eletrônico do site; desconfiar de links enviados por SMS ou WhatsApp; utilizar autenticação em dois fatores; e jamais validar QR Codes sem absoluta certeza da origem da operação”, explicou o delegado.

As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o rastreamento do fluxo financeiro da organização criminosa.

Operação Pharus

A participação na operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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