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MPMT alcança 3 mil pessoas com peça ‘Inocentes Pétalas Roubadas’

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juína promoveu, nos dias 30 e 31 de outubro, sete apresentações no Município da peça teatral “Inocentes Pétalas Roubadas”, encenada pela Cia Vostraz. A iniciativa teve como objetivo conscientizar crianças, adolescentes e toda a comunidade escolar sobre temas sensíveis e fundamentais, como o combate ao abuso sexual infantil, bullying e a proteção do patrimônio público escolar.As apresentações ocorreram nas escolas do município, contemplando 16 unidades de ensino fundamental e reunindo um público estimado em 3 mil pessoas, entre alunos do ensino fundamental, pais, professores e colaboradores. A atividade buscou levar informação e reflexão de forma lúdica e acessível, utilizando a arte como ferramenta de transformação social.Segundo o promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, a iniciativa reforça o compromisso do Ministério Público de Mato Grosso com a proteção integral das crianças e adolescentes. “Ao levar essa peça para dentro das escolas, conseguimos dialogar com os estudantes sobre temas delicados, mas essenciais, de maneira acolhedora e impactante. Nosso objetivo é prevenir e ao mesmo orientar”, declarou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Tribunal do Júri condena réu a 14 anos por homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de Nova Mutum condenou o réu Gabriel Luiz Gomes a 14 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado de Paulo Victor Barbosa de Sousa. A condenação decorre de denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Os jurados reconheceram que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, qualificadoras previstas no artigo 121 do Código Penal. Após a condenação pelo Conselho de Sentença, foi determinado o cumprimento imediato da condenação em regime fechado.Segundo a denúncia do Ministério Público, no dia 4 de maio de 2025, no bairro Lírio dos Campos, em Nova Mutum, Gabriel Luiz Gomes e Lauro Marcio da Silva, juntamente com um terceiro indivíduo ainda não identificado, participaram da execução de Paulo Victor Barbosa de Sousa. As investigações apontaram que Gabriel teria atraído a vítima para o local do crime sob o pretexto de adquirir drogas, enquanto Lauro teria auxiliado na logística da ação criminosa.Conforme os autos, a vítima chegou ao local combinado em uma motocicleta acompanhada da esposa e do filho de dois anos de idade. O executor efetuou disparos de arma de fogo, causando a morte de Paulo Victor. Ao analisar a dosimetria da pena, a magistrada considerou, entre outros aspectos, a gravidade da conduta e o fato de o crime ter sido praticado na presença dos familiares da vítima.A sentença também destacou que permanecem os fundamentos que justificam a prisão do condenado, motivo pelo qual ele não poderá recorrer em liberdade.No decorrer do processo, houve o desmembramento da acusação em relação ao acusado Lauro Marcio da Silva, por estar foragido da Justiça, permanecendo neste julgamento apenas a apuração da responsabilidade criminal de Gabriel Luiz Gomes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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