MATO GROSSO

Suspeito de danificar tornozeleira eletrônica é preso pela Força Tática com porções de maconha

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem, de 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta segunda-feira (3.11), em Várzea Grande. O suspeito, que também foi detido com uma tornozeleira eletrônica danificada, foi apreendido com 31 porções de maconha.

Durante patrulhamento tático, a equipe policial encontrou o suspeito que, ao ver a viatura da Força Tática, arremessou uma sacola no chão e fugiu correndo pulando os muros de residências vizinhas.

Imediatamente, os policiais recolheram a sacola e passaram a seguir o homem, que foi detido alguns quarteirões depois. Dentro da sacola, foram encontrados 30 porções de maconha e uma balança de precisão.

Questionado pela PM, o suspeito afirmou que fugiu ao ver a polícia pois estava transportando entorpecentes e também havia recém rompido uma tornozeleira eletrônica, da qual fazia uso e era monitorado, deixando o objeto em sua casa.

Diante das afirmações do homem, os militares seguiram até a residência dele e fizeram buscas no local, encontrando a tornozeleira danificada e também uma outra porção de maconha.

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O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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