Geração de Emprego e Oportunidades

MBRF abre 210 vagas de trabalho na unidade de Várzea Grande

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Cláudia Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da MBRF Várzea Grande.
Cláudia Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da MBRF Várzea Grande

A MBRF, uma das maiores empresas de alimentos do mundo e líder global na produção de hambúrgueres, anuncia a abertura de 210 vagas de emprego na unidade de Várzea Grande. As oportunidades abrangem diferentes áreas e níveis de experiência, com destaque para os cargos de Auxiliar Operacional, 100 vagas, Desossador (20), Magarefe (20), Refilador (20) e Líder Operacional (11), entre outros.

A empresa reforça seu compromisso com a diversidade e inclusão, considerando candidatos de todos os perfis, sem distinção de gênero, raça, orientação sexual, religião, nacionalidade, idade ou deficiência.

Além da remuneração compatível com o mercado, os contratados terão acesso a uma ampla gama de benefícios, entre eles vale alimentação, plano de saúde, transporte fretado, restaurante interno, programa de formação profissional e prêmios de assiduidade.

“A MBRF valoriza o talento e o comprometimento das pessoas que fazem parte da nossa história. Estamos em busca de profissionais que queiram crescer conosco e contribuir para o fortalecimento da nossa operação em Várzea Grande, uma das mais importantes do país”, destaca Cláudia Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da unidade.

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Os interessados devem comparecer de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, no endereço Alameda Júlio Muller, 1650, Várzea Grande, portando documentos pessoais. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (65) 99618-4016.

Sobre a MBRF

A MBRF nasce como uma das maiores empresas de alimentos do mundo, presente em 117 países com marcas icônicas como Sadia, Perdigão, Qualy, Banvit e Bassi e um portfólio verdadeiramente multiproteínas, com carne bovina, suína e de aves, produtos industrializados, pratos prontos e pet food.

A empresa possui 130 mil colaboradores e produzem 8 milhões de toneladas de produtos anualmente, que chegam a mais de 424 mil clientes e a milhões de consumidores em todo mundo. Reconhecida por suas práticas sustentáveis, mantém iniciativas pioneiras para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais A MBRF carrega um legado de inovação e pioneirismo, acompanhando tendências e dos hábitos dos consumidores, oferecendo o mais amplo e completo portfolio integrado do mercado.

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AGRONEGÓCIO

Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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