Policiais militares prenderam dois homens, de 25 e 33 anos, por tráfico ilícito de drogas, neste sábado (15.11), em Confresa. Com os suspeitos, foram apreendidas 102 porções de cocaína, pasta base e skunk (super maconha), além de uma quantia de R$539,00 em dinheiro e 37 munições.
A equipe policial recebeu informações de que um homem seria responsável pela comercialização de drogas e intensificou o patrulhamento no bairro Vila 2000. Em determinado momento, os policiais identificaram o suspeito de acordo com as características e realizaram a abordagem.
Durante a abordagem, os militares encontraram uma quantia de R$100 com o homem e uma porção de cocaína. Questionado sobre a droga, o suspeito confirmou ser de sua propriedade e que teria adquirido as substâncias de um membro de uma facção criminosa.
A equipe realizou buscas na residência do suspeito e localizou em uma mochila 17 porções de pasta base e mais 33 porções de cocaína, 37 munições e mais R$439 em dinheiro. Em seguida, policiais se deslocaram ao endereço do segundo suspeito, no bairro Genoveva, e o localizaram no local.
O segundo suspeito confirmou à PM ser o responsável pela distribuição de entorpecentes nos pontos de venda na região. Durante buscas no interior da residência, foram encontradas uma porção de maconha, 50 porções de skunk e material de preparo.
Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.
Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.
Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.
O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.
As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.
Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.
Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.
Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.
O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
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