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TJMT atende pedido do TRE-MT para ampliação do cadastro biométrico

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) acolheu integralmente o pedido apresentado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) para apoiar e ampliar a divulgação das ações de atualização do cadastro biométrico voltadas a magistrados, magistradas, servidores e servidoras ativos e inativos do Poder Judiciário estadual. A decisão foi oficializada pelo presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, em despacho encaminhado nesta semana, ao vice-presidente e corregedor regional eleitoral do TRE-MT, desembargador Marcos Machado.

No pedido encaminhado ao TJMT, o desembargador Marcos Machado, por meio do Ofício nº 247/2025/CRE/MT, ressaltou a importância da parceria institucional para aumentar a cobertura da coleta biométrica no Estado e prevenir problemas futuros relacionados à regularização eleitoral. “A cooperação entre as instituições é fundamental para garantir a segurança e a integridade do cadastro eleitoral. Ao unirmos esforços, ampliamos o alcance das ações de biometria e oferecemos aos magistrados e servidores um atendimento mais acessível e eficiente. Essa integração fortalece não apenas o processo eleitoral, mas o próprio compromisso do Poder Judiciário com a cidadania e com a modernização dos serviços públicos”, destacou.

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Ao atender à solicitação, o Tribunal de Justiça autorizou que a Coordenadoria de Comunicação utilize os canais internos — como WhatsApp, SMS, e-mail, intranet e o Portal do TJMT — para disseminar as informações, utilizando o material de campanha fornecido pelo próprio TRE-MT em diferentes formatos. A Corte também considerou pertinente a sugestão do órgão eleitoral para divulgar os pontos de atendimento disponíveis em Cuiabá e no interior.

Outro ponto acatado diz respeito à possibilidade de instalação de um posto de atendimento exclusivo na sede do TJMT, visando facilitar o acesso de magistrados, magistradas, servidores e servidoras ao serviço de atualização biométrica. “A medida reforça a cooperação entre as instituições e contribui para o fortalecimento do controle de dados públicos e da segurança cadastral”, frisou o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Zuquim Nogueira.

A parceria reafirma o compromisso dos dois órgãos com a eficiência, a colaboração institucional e a promoção da cidadania, garantindo que membras, membros, servidoras e servidores tenham acesso facilitado ao serviço eleitoral e evitando eventuais transtornos futuros.

Jornalista: Nara Assis

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#PraTodosVerem: A foto mostra o corregedor regional eleitoral, desembargador Marcos Machado, no Plenário do TRE-MT, com um microfone de mesa à frente, e uma tela de computador, também à frente dele. Ele veste uma toga preta e gravata, e usa óculos de grau.

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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