Um ponto de venda de drogas localizado no município de Matupá foi desarticulado pela Polícia Civil, no final da tarde de quinta-feira (27.11), em ação que resultou na apreensão de grande quantidade de entorpecentes e na prisão do traficante no local.
O suspeito de 25 anos, responsável pelo comércio ilícito, foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
As investigações iniciaram após os policiais do Núcleo de Combate ao Tráfico de Drogas e Organização Criminosa da Delegacia de Matupá receberem informações sobre um endereço, no bairro Índios, onde funcionaria um ponto de venda de entorpecentes.
Após vigilância do local, os policiais realizaram a abordagem do suspeito, que questionado admitiu que atuava com o comércio de entorpecentes na residência.
Em buscas no interior da casa, foram localizados um tablete grande de substância análoga à maconha, 30 porções prontas para venda, duas balanças de precisão e materiais utilizados para embalagem da droga.
Diante das evidências, todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido á Delegacia de Matupá, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.
Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.
Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.
Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.
Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.
As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.
Nome da operação
O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.
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