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Ministro do STJ afirma que inclusão é prioridade do Judiciário e elogia capacitação do TJMT sobre au

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O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca foi um dos participantes da 6ª edição do “TJMT Inclusivo – Capacitação e Conscientização em Autismo”, realizada nesta sexta-feira (5) em Cuiabá. Conectado virtualmente, a fala do ministro não foi apenas protocolar, mas um reconhecimento de que o Judiciário tem papel decisivo na construção de um país onde a inclusão não seja exceção, mas regra e direito garantido.

Fonseca elogiou a iniciativa do TJMT, destacando a gestão do presidente José Zuquim Nogueira, e reconheceu a relevância do trabalho da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, presidida pela desembargadora e vice-presidente da Corte, Nilza Maria Pôssas de Carvalho.

“Eventos como este consolidam o papel do Poder Judiciário como agente de transformação social, orientando-se pelos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade e do acesso pleno à justiça”, externou.

O magistrado também ressaltou que a inclusão deve ser orientada por acolhimento e participação, reforçando que tanto o CNJ quanto o STJ têm avançado em políticas voltadas ao atendimento humanizado e acessível no sistema de justiça.

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“O CNJ tem avançado em políticas voltadas ao atendimento humanizado e à implementação de práticas que assegurem uma justiça mais atenta às necessidades individuais. O STJ também reafirma a proteção integral das pessoas com deficiência, orientando o sistema de justiça para uma atuação sensível e informada”, afirmou.

Ao finalizar, observou que iniciativas como a do TJMT Inclusivo são fundamentais para qualificar profissionais, sensibilizar instituições e fortalecer direitos.

“Por isso considero este evento não apenas oportuno, mas necessário. O CNJ e o Comitê de Pessoas com Deficiência têm implementado diretrizes de acessibilidade e inclusão que promovem direitos e transformam vidas dentro do sistema de justiça brasileiro”, concluiu.

Sobre o TJMT Inclusivo

O TJMT Inclusivo é uma iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso voltada à capacitação e conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), unindo conhecimento técnico, sensibilidade social e compromisso institucional.

Idealizado pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão, em parceria com a Esmagis-MT e a Escola dos Servidores, o projeto promove formações multidisciplinares para magistrados, servidores, profissionais da saúde e educação, famílias e sociedade em geral.

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Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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