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Polícia Militar conduz seis faccionados e resgata adolescente de “tribunal do crime” em Cáceres

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Equipes do 6º Batalhão e da Força Tática do 6º Comando Regional localizaram e detiveram seis faccionados, entre homens e mulheres, pelos crimes de sequestro, tortura e tentativa de homicídio, na tarde desta terça-feira (16.12), em Cáceres. Na ação, um adolescente, de 16 anos, que seria alvo de uma possível execução de membros da facção foi resgatado pelos militares.

Conforme o boletim de ocorrência, o adolescente, de 17 anos, detido em Mirassol d’Oeste por envolvimento na morte de Camila Elias Balbino, teria revelado às equipes policiais que teria informações de que, em Cáceres, estaria havendo um suposto “tribunal do crime” de uma facção com o objetivo de executar um outro adolescente.

Diante da situação, os policiais de Mirassol d’Oeste imediatamente informaram o caso para as equipes de Cáceres, que iniciaram diligências até uma região de chácaras e propriedades rurais, na região do bairro Universitário, onde estaria ocorrendo a ação criminosa.

Na região informada, os militares flagraram diversas pessoas fugindo de uma residência, ao verem a aproximação das viaturas. Foi identificado ainda que um dos suspeitos estava arrastando pelo chão uma pessoa amarrada.

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Os policiais fizeram acompanhamento e efetuaram disparos para interromper a fuga dos criminosos, que prontamente se renderam e acataram as ordens policiais, sendo detidos. Na abordagem ao grupo, foi visto que eles estavam realizando chamada de vídeo com outros faccionados, aguardando ordens para a execução da vítima.

Em relato à PM, a vítima afirmou que foi agredida com socos e pauladas e que estava sendo constantemente perguntado sobre a localização de um suposto membro de uma facção rival.

Com o flagrante, os seis suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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