MATO GROSSO

Polícia Civil prende casal foragido por homicídio e tráfico de drogas em Bom Jesus do Araguaia

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A Polícia Civil prendeu, na tarde dessa quinta-feira (8.1), em Bom Jesus do Araguaia, um casal foragido da Justiça. As prisões fazem parte da Operação Amon e foram realizadas pelo Núcleo de Inteligência Regional de Vila Rica, em conjunto com a Delegacia de Santa Cruz do Xingu e com apoio do Núcleo da Polícia Militar de Bom Jesus do Araguaia.

A ação teve início após a Polícia Civil receber informações de que um homem de 24 anos e uma mulher de 32 anos, ambos com mandados de prisão em aberto, ele por homicídio e ela por tráfico de drogas, estariam escondidos em Bom Jesus do Araguaia.

As equipes policiais iniciaram vigilância em um imóvel localizado na região central do município e, durante o monitoramento, o suspeito foi localizado e detido com apoio da Polícia Militar. Na sequência, a mulher tentou fugir para o interior da residência, mas foi acompanhada e presa pela Polícia Civil.

No local, os policiais encontraram pequenas porções de drogas, que estavam à vista, além de aparelhos celulares, que foram apreendidos. O suspeito preso informou ainda que havia rompido a tornozeleira eletrônica, apresentando o equipamento aos policiais.

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Na residência haviam crianças, filhas da mulher presa, que foram entregues ao Conselho Tutelar, garantindo a proteção dos menores. Após os procedimentos legais, os foragidos foram conduzidos a Alto Boa Vista e apresentados à autoridade policial para as providências cabíveis.

A Operação Amon tem o objetivo de localizar e capturar foragidos, reforçando o compromisso das forças de segurança com a ordem pública e a segurança da população.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Ministério Público busca aumento das penas do caso Zampieri

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) interpôs recurso de apelação contra a sentença proferida no Tribunal do Júri que condenou os três acusados pela morte do advogado Roberto Zampieri. O recurso foi protocolado na segunda-feira (5) pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida da Capital. No documento, o Ministério Público requer a revisão da sentença pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A apelação foi apresentada com fundamento no artigo 593, inciso III, alínea “c”, do Código de Processo Penal, em face da sentença condenatória proferida após a decisão do Conselho de Sentença. Com isso, o Ministério Público pretende que o Tribunal de Justiça reavalie as penas impostas aos condenados, por entender que elas podem ser aumentadas, mantendo-se a condenação decidida pelos jurados.O julgamento foi realizado ao longo de três dias no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá, envolvendo um processo com mais de 55 mil páginas. Durante a instrução em plenário foram ouvidas testemunhas, incluindo delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal responsáveis pelas investigações, além dos interrogatórios dos réus e dos debates entre acusação e defesa.Na sentença, Antônio Gomes da Silva, apontado como executor dos disparos, foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. Hedilerson Fialho Martins Barbosa, acusado de auxiliar a execução do plano criminoso, recebeu pena de 25 anos de reclusão. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. Somadas, as penas ultrapassam 68 anos de prisão.Conforme a denúncia do MPMT, o homicídio foi cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e utilização de arma de fogo de uso restrito. Durante os debates em plenário, a acusação apresentou provas relacionadas à dinâmica do crime, à atuação dos acusados e ao fluxo financeiro ligado à execução do homicídio.O advogado Roberto Zampieri foi morto em dezembro de 2023, em Cuiabá. Segundo a investigação, o crime foi planejado e executado mediante contratação, sendo os três condenados apontados como responsáveis pela execução e intermediação da ação criminosa.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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