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Núcleo de Sustentabilidade fortalece governança e consolida diretrizes socioambientais no TJMT

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A imagem é o logotipo do Núcleo de Sustentabilidadedo PJMT, com a palavra O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) conta com o Núcleo de Sustentabilidade, unidade criada para garantir que as diretrizes de sustentabilidade estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sejam efetivamente aplicadas no dia a dia do Judiciário mato-grossense.

Voltado ao apoio da Gestão, o Núcleo atua na organização de dados, no acompanhamento de indicadores e na transformação de informações técnicas em subsídios concretos para a tomada de decisões mais eficientes, responsáveis e alinhadas às normas nacionais.

A criação dos Núcleos de Sustentabilidade no Judiciário brasileiro faz parte de um movimento nacional de modernização da gestão pública, intensificado a partir da necessidade de controlar gastos, racionalizar o uso de recursos públicos e tornar as instituições mais eficientes, transparentes, ambientalmente e socialmente responsáveis.

Diretrizes do CNJ

A Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário tem como marco a Resolução CNJ nº 201 de 2015, que determinou a criação de estruturas permanentes nos tribunais para planejar, monitorar e avaliar ações socioambientais. No TJMT, essa diretriz resultou na criação do então Núcleo Socioambiental, posteriormente reestruturado como Núcleo de Sustentabilidade.

Com a ampliação das diretrizes nacionais, especialmente após a Resolução CNJ nº 400 de 2021, a atuação do Núcleo foi fortalecida e ampliada, aproximando ainda mais a sustentabilidade do planejamento institucional e da governança do TJMT.

Um dos principais instrumentos dessa política é o Plano de Logística Sustentável (PLS), que permite ao Tribunal acompanhar, por meio de indicadores e metas, como são utilizados recursos como papel, água, energia e combustível, além de monitorar ações relacionadas a contratações sustentáveis, gestão de resíduos, qualidade de vida no trabalho, equidade, diversidade, inclusão e gestão climática.

O que o Núcleo faz na prática

No Poder Judiciário de Mato Grosso, o Núcleo de Sustentabilidade atua como uma instância técnica de apoio à Administração. Ele consolida informações enviadas pelas áreas gestoras, analisa dados de consumo e gastos, acompanha o cumprimento de metas definidas nacionalmente pelo CNJ e transforma esses dados em informações qualificadas para subsidiar decisões estratégicas.

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Entre as principais frentes de atuação estão:

– O monitoramento do consumo de papel, água, copos descartáveis, energia elétrica, combustível, entre outros;

– O acompanhamento de gastos com contratos e serviços;

– O apoio à implantação da coleta seletiva e à gestão adequada de resíduos;

– O incentivo à adoção de critérios de sustentabilidade nas compras e contratações públicas;

– O apoio a ações de qualidade de vida no ambiente de trabalho;

– A coordenação da gestão climática institucional, incluindo o monitoramento e controle das emissões de gases de efeito estufa.

Com a ampliação das normas do CNJ, especialmente a partir de 2024, o Núcleo passou a atuar também na implementação do Programa Justiça Carbono Zero, que inclui a elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa, o planejamento de ações de redução e compensação dessas emissões e iniciativas de conscientização e educação ambiental.

O Núcleo também desenvolve projetos e ações que aproximam a sustentabilidade do cotidiano das unidades, como o PLS Comarcas, o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), a atuação dos Agentes Sustentáveis, o Projeto CompensaJUD, a Rede de Sustentabilidade do Poder Judiciário de Mato Grosso e a calculadora itinerante de emissões de gases de efeito estufa, voltados à disseminação de boas práticas, à articulação institucional e à conscientização ambiental.

Todo esse trabalho é realizado de forma articulada com as áreas gestoras do Tribunal, responsáveis pelos contratos, serviços e unidades administrativas, garantindo que os dados reflitam a realidade institucional e possam ser comparados ao longo do tempo.

Dados que orientam decisões

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O acompanhamento das ações ocorre por meio do PLS, que trabalha com indicadores padronizados nacionalmente. Esses dados são consolidados pelo Núcleo e enviados periodicamente ao CNJ. Ao final de cada ano, é elaborado o Relatório de Desempenho do PLS, que permite avaliar os resultados alcançados e identificar oportunidades de melhoria.

Essas informações também impactam diretamente a avaliação do TJMT no Prêmio CNJ de Qualidade, por meio do Índice de Desenvolvimento da Sustentabilidade (IDS), destacando o papel estratégico do Núcleo para o desempenho institucional do Tribunal.

Coordenação e visão estratégica

Desde 2024, o Núcleo de Sustentabilidade do TJMT é coordenado pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo, que reforça o papel estratégico da unidade para a gestão do Tribunal. “O Núcleo de Sustentabilidade tem um papel fundamental ao transformar dados em informação qualificada. Nosso objetivo é apoiar o Poder Judiciário de Mato Grosso na tomada de decisões mais conscientes, eficientes e alinhadas às diretrizes do CNJ, sempre com foco na boa gestão dos recursos públicos e na melhoria do ambiente institucional”, afirmou o magistrado.

A gestora administrativa do Núcleo, Jaqueline Schoffen, ressalta que o trabalho vai além do cumprimento formal das normas. “A sustentabilidade no Poder Judiciário não se resume apenas a números. Nosso trabalho envolve orientar as unidades, acompanhar rotinas, apoiar projetos e promover uma mudança cultural, para que o uso responsável dos recursos e a eficiência façam parte do cotidiano do TJMT”.

Saiba mais:

Para conhecer mais sobre as ações, projetos e indicadores acompanhados pelo Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, acesse:

👉 https://nucleodesustentabilidade.tjmt.jus.br/

Autor: Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Esmagis lança 3ª edição da revista “Interface Direito e Sociedade” na próxima segunda-feira (15)

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Produza uma descrição de no máximo 200 caracteres que permita a uma pessoa cega entender o que a foto mostra, sem alterar os elementos das imagens Na próxima segunda-feira, 15 de junho, será realizado o lançamento da 3ª edição da revista Interface Direito e Sociedade, obra produzida pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Universidade do Estado de Mato Grosso – Campus Cáceres (Unemat). A iniciativa integra a programação comemorativa pelos 41 anos da Esmagis-MT, reforçando seu compromisso com a produção e difusão do conhecimento jurídico. Confirme aqui a sua presença!

https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa4-0a58-9aa7-08deb51ad31a

A revista tem como proposta fomentar o debate acadêmico e interdisciplinar, reunindo artigos científicos que abordam temas relevantes do Direito contemporâneo, com enfoque em justiça, cidadania, políticas públicas e inovação no sistema jurídico. Ela foi concebida pela necessidade de interconexão entre os estudos científicos e o sistema de Direito, no sentido de que se dê publicidade à produção acadêmica, enriquecendo o arcabouço pragmático-teórico em produção no âmbito da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso.

Nesta edição, o periódico apresenta trabalhos que exploram desde questões constitucionais e direitos fundamentais até o impacto das novas tecnologias no Poder Judiciário, evidenciando a pluralidade de abordagens e o rigor científico dos estudos selecionados.


Conselhos Diretor da Revista

A revista Interface Direito e Sociedade é capitaneada pela editora-chefe, professora Mestre Anglizey Solivan de Oliveira (vice-diretora da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso). Tem como editor-científico o professor doutor Antônio Veloso Peleja Júnior (juiz, Coordenador das Atividades Pedagógicas da Esmagis-MT e Professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso).

Já as posições de editores-assistentes são ocupadas pelos professores doutores Carlos Eduardo Silva e Souza ( diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso) e Maria Cristina Martins de Figueiredo Bacovis (professora da Faculdade de Direito da Universidade Estadual de Mato Grosso).

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Publicações

Capa de revista ocre com a ave tuiuiú em voo. No topo, em branco: Confira abaixo os artigos que serão publicados nessa segunda edição:

  • O Reassentamento de Populações Tradicionais na Lei 9.985/2000: Contradições Constitucionais e Convencionais — Clara Adão e Cintya Leocádio Dias Cunha

  • A Encruzilhada da Justiça: Uma Análise Crítica da Mediação Restaurativa Sob a Ótica da Proteção Integral da Mulher em Situação de Violência Doméstica no Brasil — Clóvis Almeida Júnior e Gileade Pereira Souza Maia

  • A Concepção de Justiça em Hans Kelsen: Entre a Teoria Pura do Direito e a Democracia Liberal — Nilson Dias de Assis Neto

  • O Poder Judiciário e Big Data: Como as Tecnologias Promovem Impacto Social e Cidadania — Thalison Clóvis Ribeiro da Costa e Jairo da Carvalho Guimarães

  • Arquitetura Participativa e Coerção Judicial: A Tensão Democrática no Processo Estrutural — Fernando Kendi Ishikawa

  • Eficiência na Política Criminal: Desafios do Estado Diante do Crime Organizado — Marcelo Malvezi e Sophia Landgraf Malvezi

  • Visão Atual do Princípio da Proteção Integral no Estado Democrático de Direito Brasileiro — Arom Olímpio Pereira

  • O Devido Processo Legal e a Ampla Defesa nas Audiências de Custódia — Marcos Faleiros Silva e Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro

  • Condução Coercitiva e Revitimização de Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Sexual: Reflexões Sobre o Sistema de Justiça — Anderson Fernandes Vieira
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Para conhecer a revista e ler os artigos anteriores, acesse esse link.

https://direitoesociedade.tjmt.jus.br/


Saiba mais sobre o aniversário de 41 anos da Esmagis:

Reserve a data: Evento em 15/06 celebrará os 41 anos da Esmagis-MT

https://esmagis.tjmt.jus.br/noticias/6a1f400e278c47001c3cc480

Autor: Keila Maressa

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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