MATO GROSSO

Polícia Militar prende cinco faccionados por tentativa de homicídio em Cáceres

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As equipes de policiais militares do 6º Batalhão e da Força Tática prenderam duas mulheres e três homens por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (12.1), em Cáceres. Com os suspeitos, foram apreendidos dois revólveres e 14 munições de calibre .38.

Os agentes receberam uma denúncia de que um veículo Gol estava sendo conduzido em atitude suspeita pelas ruas do bairro Padre Paulo. A equipe policial conseguiu localizar o veículo. Ao serem abordados, os suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra os policiais.

Em ato contínuo, os policiais revidaram à injusta agressão e realizaram uma intervenção na via. Em seguida, os suspeitos tentaram fugir, e o condutor do veículo perdeu o controle da direção e bateu contra o portão de uma residência.

Os militares realizaram a abordagem e foi encontrado um revólver calibre .38 com seis munições. Um dos suspeitos informou que foi alvejado, apresentando ferimentos no braço e na costela. Em relato à PM, os comparsas relataram que um homem, que pertence a uma facção rival, realizou disparos contra eles.

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Ainda na abordagem, os policiais identificaram que um dos ocupantes do veículo é suspeito de uma tentativa de homicídio no dia anterior, no bairro Nova Era. Uma das mulheres confessou à PM que ele conduzia uma motocicleta utilizada durante o crime.

Após diligências, a equipe policial encontrou, na residência de outro suspeito, um revólver calibre .32 e cinco munições, além de ele ser apontado como autor de outro homicídio no bairro Vila Nova.

Todos os envolvidos foram identificados como membros de uma facção criminosa e foram detidos. O homem alvejado foi conduzido a uma unidade hospitalar para atendimento médico. Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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