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Curso internacional sobre cumprimento de sentenças da Corte IDH abre 90 vagas

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Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Curso Internacional “Cumprimento das Sentenças da Corte Interamericana de Direitos Humanos e Políticas Públicas para sua Implementação”. Ao todo, são ofertadas 90 vagas para formação gratuita voltada a profissionais que atuam na área de direitos humanos e na execução de decisões internacionais. As inscrições podem ser feitas no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXZsg3z3XBTuFxvk66va8QtJAffmlLcPz7o5zCGFzV6As-sQ/viewform

A capacitação é promovida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos e pelo Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos do Mercosul (IPPDH), com apoio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).

Das 90 vagas disponíveis, 60 participantes serão selecionados por meio de inscrição e análise de perfil, enquanto outras 30 vagas serão preenchidas por indicação do Conselho Nacional de Justiça.

Formação híbrida e gratuita

O curso terá início em 9 de abril e será realizado na modalidade híbrida. Serão dois módulos virtuais, com 11 encontros online, realizados duas vezes por semana, com três horas de duração cada, e um módulo presencial obrigatório, de 22 a 26 de junho, em Brasília, com suporte do CNJ.

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Na etapa presencial, os participantes deverão apresentar seus trabalhos finais e participar de conferências e aulas ministradas por especialistas nos temas abordados ao longo da formação.

Embora a capacitação seja totalmente gratuita, os selecionados (ou as instituições que representam) deverão arcar com despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação durante a semana presencial na capital federal.

Conteúdo e enfoque

A programação prevê a análise das diferentes formas de reparação determinadas pela Corte Interamericana em suas decisões, bem como o estudo dos mecanismos utilizados para supervisionar o cumprimento dessas sentenças.

Os participantes também irão compartilhar experiências sobre boas práticas, desafios e estratégias na implementação das medidas reparatórias. Está prevista ainda a elaboração de ferramentas e propostas para superar obstáculos no cumprimento das decisões, sempre com aplicação do enfoque de direitos humanos no ciclo das políticas públicas.

A proposta é fortalecer o papel do Sistema Interamericano como orientador de políticas públicas na região, estimulando a participação de instituições nacionais, da academia e da sociedade civil na consolidação de ações com perspectiva de direitos humanos.

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As inscrições podem ser realizadas por meio do link disponibilizado pelos organizadores.

Com informações do STJ

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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