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Polícia Militar prende suspeito de manter namorada em cárcere privado em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam, nesta sexta-feira (27.2), um homem de 23 anos, suspeito de manter a namorada em cárcere privado, em Várzea Grande. A vítima, da mesma idade, denunciou ainda que foi agredida e ameaçada de morte. Ambos apresentavam lesões pelo corpo.

As equipes receberam informações de que havia uma mulher mantida em cárcere privado pelo namorado, no bairro Novo Mundo. No local, a vítima informou que conseguiu sair do imóvel e pedir ajuda a uma vizinha, que acionou a Polícia Militar.

A mulher ressaltou ainda que já havia registrado um boletim de ocorrência anteriormente e solicitado medida protetiva, chegando a se abrigar temporariamente na casa de familiares, no município de Poconé. No entanto, teria sido convencida pelo suspeito a retornar à residência sob o pretexto de buscar seus pertences, momento em que voltou a ser agredida.

A vítima reforçou que era constantemente ameaçada de morte e que o suspeito afirmava que, caso ela o deixasse, mataria seus familiares. Ela também ressaltou que era forçada a manter relações sexuais contra a própria vontade.

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Ela apresentava diversas lesões aparentes pelo corpo, inclusive no rosto, na boca, nos braços e nas pernas, compatíveis com as agressões relatadas.

O suspeito foi abordado ainda na residência. O homem também apresentava arranhões pelo corpo, supostamente decorrentes das agressões praticadas contra a companheira. Ele foi detido e conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

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No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

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As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

Fonte: Governo MT – MT

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