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Polícia Civil prende dois faccionados por dupla tentativa de homicídio em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta sexta-feira (27.2), em Pontes e Lacerda, a Operação Fratricídio, que resultou na prisão de dois homens, membros de uma facção criminosa, por envolvimento em uma dupla tentativa de homicídio registrada no município.

Os dois suspeitos estavam com mandados de prisão temporária decretados pela Justiça. Na ação, também foram cumpridas ordens judiciais de busca e apreensão em desfavor dos investigados.

A dupla tentativa de homicídio ocorreu no dia 13 de fevereiro. Conforme as investigações da Polícia Civil, a motivação do crime foi uma disputa interna entre integrantes de uma mesma facção criminosa.

Investigação

Cinco criminosos foram identificados por participarem do crime, sendo três adultos e dois adolescentes. Todos eles tiveram mandados de prisão e de busca e apreensão decretados pela Justiça, após as investigações da Polícia Civil de Pontes e Lacerda.

Um dos menores de idade já havia sido apreendido em flagrante logo após o crime. Sua internação provisória também foi decretada pelo Poder Judiciário.

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De acordo com o delegado Rômulo Schifer, com essas duas novas prisões, os policiais civis seguem em investigação para localizar os outros dois envolvidos que permanecem foragidos.

“A equipe continua em investigação para prender e apreender, respectivamente, o adulto e o adolescente que seguem ainda foragidos”, destacou.

Nome da Operação

O nome da operação, Fratricídio, é em alusão à natureza do crime. Segundo as investigações, as tentativas de homicídio foram cometidas contra a vida das vítimas, que pertencem à mesma facção dos agressores, por divergências dentro do próprio grupo criminoso.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Governo MT – MT

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