O Palmeiras, campeão paulista pela 27ª vez, foi o grande destaque na premiação dos melhores jogadores do Campeonato Paulista 2026, realizada nesta segunda-feira pela Federação Paulista de Futebol. A equipe alviverde colocou seis atletas na seleção ideal do torneio, enquanto o vice-campeão Novorizontino teve quatro representantes e a Portuguesa, um.
O título veio após duas vitórias na final: 1 a 0 na Arena Crefisa Barueri e 2 a 1 no Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte. O técnico Abel Ferreira, tetracampeão da competição (2022, 2023, 2024 e 2026), foi eleito o melhor treinador pelo segundo ano consecutivo.
Seleção do Paulistão
O time dos melhores do campeonato foi formado por: Carlos Miguel (Palmeiras); João Vitor (Portuguesa), Dantas (Novorizontino), Gustavo Gómez (Palmeiras) e Mayk (Novorizontino); Marlon Freitas (Palmeiras), Andreas Pereira (Palmeiras) e Rômulo (Novorizontino); Vitor Roque (Palmeiras), Robson (Novorizontino) e Flaco López (Palmeiras).
Premiações individuais
O atacante argentino Flaco López, do Palmeiras, foi o grande nome da noite. Ele levou três prêmios: craque do campeonato, craque da galera (eleito por voto popular com 58% dos votos) e vice-artilheiro com seis gols. Além dos gols, deu três assistências e recebeu um anel de ouro com diamantes, safiras e rubis.
O artilheiro do torneio foi Robson, do Novorizontino, com sete gols em 11 jogos. O atacante também conquistou o prêmio de Craque do Interior. O garçom do campeonato foi Ramón Sosa, do Palmeiras, com quatro assistências, incluindo uma na final.
A revelação do torneio foi o volante André, do Corinthians, que disputou oito jogos e marcou dois gols. O prêmio de gol mais bonito ficou com o zagueiro André Ramalho, do Corinthians, marcado na estreia contra a Portuguesa, com 32% dos votos populares. O drible mais bonito foi de Ligger, do Primavera, que se transferiu para o Bahia.
Fair play e arbitragem
O Novorizontino recebeu o Troféu Djalma Santos, destinado à equipe com maior fair play, ou seja, menos faltas e cartões amarelos e vermelhos.
O melhor trio de arbitragem foi formado por Flávio Rodrigues de Souza (árbitro), Neuza Inês Nack e Alex Ang Ribeiro (assistentes), Adriano de Assis Miranda (VAR) e Fábio Rogério Baesteiro (AVAR). A revelação na arbitragem ficou com o árbitro Murilo Tarrega Vitor e o assistente Bruno Silva de Jesus.
Irã e Nova Zelândia protagonizaram uma partida intensa e cheia de alternativas nesta segunda-feira (15.06), pela Copa do Mundo, e ficaram no empate por 2 a 2. O duelo teve reviravoltas, gols em momentos decisivos e boas oportunidades para os dois lados, confirmando a disputa equilibrada entre as seleções.
O resultado foi construído em um confronto aberto do início ao fim. A Nova Zelândia chegou a ficar duas vezes à frente no placar, mas o Irã reagiu com personalidade e buscou a igualdade em uma partida marcada por forte ritmo, divididas duras e muitas finalizações.
Nova Zelândia sai na frente, e Irã responde
A equipe neozelandesa abriu o placar ainda no primeiro tempo, com Elijah Just, após boa jogada construída pelo centro. O Irã, no entanto, não demorou a reagir. Depois de insistir em finalizações e ameaçar com Mehdi Taremi, o time encontrou o empate em uma cabeçada de Ramin Rezaeian, que aproveitou sobra na área e deixou tudo igual.
Antes disso, os iranianos já tinham chegado com perigo ao ataque, inclusive carimbando a trave em chute colocado de Taremi. Do outro lado, a Nova Zelândia também desperdiçou chances claras, com destaque para Chris Wood e Sarpreet Singh, que pararam em defesas importantes de Alireza Beiranvand.
Segundo tempo mantém o equilíbrio e termina com novo empate
Na volta do intervalo, a Nova Zelândia retomou a vantagem com Chris Wood participando da jogada que terminou em finalização de Elijah Just. O Irã, porém, seguiu competitivo e voltou a pressionar. A resposta veio novamente em uma bola alçada na área, com Mohammad Mohebi completando de cabeça para empatar.
A reta final foi eletrizante. A Nova Zelândia teve chance de virar em cabeçada de Chris Wood aos 48 minutos, mas Beiranvand evitou o gol. O Irã ainda empurrou a partida nos acréscimos, tentou cruzamentos pela esquerda e chegou a ganhar escanteios em sequência, mas o empate acabou prevalecendo.
Com o placar, as duas seleções saem da estreia com um ponto cada em um jogo que mostrou intensidade, alternância de domínio e poder de reação das duas equipes.
FICHA TÉCNICA
Placar Final
Irã 2 x 2 Nova Zelândia
Competição
Copa do Mundo da FIFA
Local
Estádio de Los Angeles
Cidade
Los Angeles
Publico
70.108
Arbitragem
César Arturo Ramos Palazuelos, Alberto Morin e Marco Bisguerra (assistentes); Yusuke Araki (VAR)
Irã
Amir Ghalenoei (técnico); Alireza Beiranvand; Ramin Rezaeian, Shoja Khalilzadeh, Ali Nemati, Milad Mohammadi; Saeid Ezatolahi, Aria Yousefi, Mehdi Ghayedi, Mohammad Mohebi, Mehdi Taremi, Amirhossein Hosseinzadeh, Saman Ghoddos, Ehsan Hajsafi, Shahriar Moghanlou, Ali Alipour.
Nova Zelândia
Darren Bazeley (técnico); Max Crocombe; Tim Payne, Callan Elliot, Michael Boxall, Finn Surman, Liberato Cacace; Ben Old, Joe Bell, Marko Stamenic, Tyler Bindon, Sarpreet Singh, Jesse Randall, Callum McCowatt, Ryan Thomas, Elijah Just, Chris Wood.
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