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Cuiabá não registra casos de Mpox e mantém vigilância preventiva ativa

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, emitiu um alerta epidemiológico preventivo para a Mpox e reforça que, até o momento, não há registro de casos suspeitos ou confirmados da doença na capital em 2026. De acordo com dados atualizados até o dia 02/04, o Brasil mantém vigilância ativa sobre a doença, com 185 casos confirmados e 16 prováveis, distribuídos em 14 estados, sem registros em Mato Grosso.

O comunicado foi elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), vinculado à Diretoria de Vigilância em Saúde, com o objetivo de fortalecer a detecção precoce, a notificação oportuna e as medidas de prevenção, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que o alerta tem caráter preventivo e reforça o compromisso da gestão com a saúde pública. “Mesmo sem casos registrados em Cuiabá, estamos atentos ao cenário nacional. Nosso foco é agir de forma preventiva, orientando a população e garantindo que a rede esteja preparada para qualquer eventualidade”, afirmou.

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A Mpox é uma doença viral que pode ser transmitida pelo contato direto com lesões de pele, secreções corporais ou objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas. Entre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço, ínguas e erupções cutâneas, que geralmente surgem após o início da febre.

Diante desse contexto, a Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de medidas simples de prevenção, como higienizar frequentemente as mãos, evitar contato próximo com pessoas com sintomas e não compartilhar objetos de uso pessoal.

A orientação é que pessoas com sinais compatíveis com a doença ou que tenham tido contato com casos suspeitos procurem atendimento nas Unidades de Saúde da Família (USFs), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou na Policlínica do Pedra 90 para avaliação e encaminhamento, se necessário.

Casos suspeitos devem ser notificados à Vigilância Epidemiológica em até 24 horas. O CIEVS Cuiabá mantém canais de plantão para orientar profissionais de saúde e garantir resposta rápida diante de qualquer eventualidade.

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A Prefeitura destaca que o alerta não indica risco imediato para a população, mas reforça a importância da informação, da prevenção e da atuação rápida dos serviços de saúde para evitar a introdução e a propagação da doença no município.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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